Área cultivada de algodão em MT é recorde
O presidente eleito da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Carlos Ernesto Augustin diz que o incremento é consequência da valorização da fibra em todo o mundo. "A demanda aumentou, os países emergentes estão consumindo mais e depois da crise de 2008 não conseguimos repor os estoques". Quanto aos investimentos, Augustin diz que como já houve uma produção de 580 mil (ha) no Estado, há tecnologia para os 650 mil (ha).
O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou que a área deverá atingir 595 mil hectares, 50 mil a menos do que o projetado pelo produtor, porém também com a expectativa de recorde. Quanto aos preços, a última semana registrou valor médio de R$ 86 com alta mensal de 7%.
Nova Diretoria - Toma posse nesta terça-feira (7), em Brasília, o produtor Sérgio De Marco, que assume a presidência da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e nesta quinta-feira (9) Carlos Ernesto Augustin é empossado na Ampa. Entre as principais pautas dos segmento, Augustin ressalta a revisão na legislação trabalhista, uma vez que o trabalhador do campo não pode receber o mesmo tratamento. Além disso, as entidades querem a fixação do preço mínimo do algodão sobre as vendas futuras. "Seria uma conquista inédita, mas cabível, uma vez que 60% da produção é vendida antecipadamente". Os produtores também querem o reconhecimento dos laboratórios de análise nacionais.
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