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Aprosoja Brasil critica novas regras para pulverização aérea em lavouras brasileiras

Publicado em 04/10/2012 12:43 573 exibições
O IBAMA autorizou a pulverização aérea dos princípios ativos imidacloprido, clotianidina, fipronil e tiametoxam, assunto que vinha preocupando os produtores de soja que já iniciaram o plantio da safra 2012/13. tema discutido amplamente entre a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), a Casa Civil e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
De acordo com o presidente da Aprosoja Brasil, Glauber Silveira, mesmo com a liberação publicada nesta quarta-feira (03.10), o setor produtivo ainda deve ficar em alerta, pois, de acordo com o secretário de Controle Ambiental do Ibama, Márcio Rosa Freitas, a medida é “uma janela de aplicação”, ou seja, poderá ser utilizada somente para algumas culturas e ainda, em conformidade com as orientações do IBAMA. As empresas também terão que fornecer ao órgão e ao MAPA relatório mensais de aplicações aéreas.

O IBAMA desautorizou a aplicação dos ativos em época de floração, proibindo o uso antes do florescimento ou quando for observada a visitação de abelhas na cultura, justamente no período em a aplicação é iniciada. Na retração, para a Aprosoja Brasil, fica inviável as novas regras estabelecidas.

“Fica clara a falta de coordenação entre os órgãos e de prioridades, falta de uma política de fase in e fase out, que seria para garantir a retirada de produtos quando houvesse substitutos à altura, o que não ocorre. Irão sobrar produtos de menor eficiência e que precisarão ser aplicados com maior frequência e aumento dos riscos de mortandade de abelhas, o que anula o objetivo do Comunicado do IBAMA”, alertou o presidente da Aprosoja Brasil.
         
Conforme a publicação, está autorizado o uso para esta safra para as culturas do arroz, trigo, soja e cana. Algodão e citros ficaram de fora. Mas está mantida a proibição para safras futuras. A qualquer momento e por ação motivada, o MAPA ou o IBAMA poderão revogar a autorização provisória.
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Fonte:
Aprosoja Brasil

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