Por que Cuba é pobre, por DIEGO COSTA

Publicado em 29/07/2014 08:57 982 exibições
e + por Felipe Moura Brasil, em veja.com.br: "Por que a esquerda odeia Israel"...
Uma dica: não é por causa do bloqueio americano.

Como escreve João Pereira Coutinho:

O embargo americano existe, sem dúvida, e deve ser condenado pelo seu óbvio anacronismo [...]. Mas é preciso acrescentar a segunda parte da frase: só existe o embargo americano. Que o mesmo é dizer: todo mundo que é mundo mantém relações com Cuba e nem assim a ilha se converteu numa espécie de Suécia do Caribe.

Antes de 1959, o problema de Cuba era a presença de relações econômicas com os Estados Unidos.  Depois o problema se tornou a ausência de relações econômicas com os Estados Unidos.

O embargo americano é obsceno, mas não é a raiz da pobreza cubana.  De fato, como indica Coutinho, os cubanos podem comprar produtos americanos pelo México.  Podem comprar carros do Japão, eletrodomésticos da Alemanha, brinquedos da China ou até cosméticos do Brasil.

Por que não compram?  Porque não têm com o que comprar.  Não é um problema contábil ou monetário — o governo cubano emite moeda sem lastro nem vergonha.  O que falta é oferta.  Cuba oferece poucas coisas de valor para o resto do mundo.  Cuba é pobre porque o trabalho dos cubanos não é produtivo.

A má notícia para os comunistas é que produtividade é coisa de empresário capitalista.  Literalmente.  É o capital que deixa o trabalho mais produtivo.  E é pelo empreendedorismo que uma sociedade descobre e realiza o melhor emprego para o capital e o trabalho.

Mesmo quando o governo cubano permite um pouco de empreendedorismo, ele restringe a entrada de capital. Desde que assumiu o poder em 2007, Raúl Castro já fez a concessão de quase 170.000 lotes de terra não cultivada para agricultores privados.  Só que faltam ferramentas e máquinas para trabalhar a terra.  A importação de bens de capital é restrita pelo governo.  Faltam caminhões para transportar alimentos.  Os poucos que existem estão velhos e passam grande parte do tempo sendo consertados.  Em 2009, centenas de toneladas de tomate apodreceram por falta de transporte.

Campanhas internacionais contra a pobreza global se esquecem dos cubanos. Parece que o uniforme dos irmãos Castro tem o poder de camuflar a pobreza em meio a discursos de conquista social.  Dizem que Cuba temmedicina e educação de ponta.  Ainda que fosse verdade, isso seria bom apenas para o pesquisador de ponta.  E triste para o resto da população que vive longe da ponta, sem acesso a informação aberta ou aos medicamentos mais básicos, como analgésicos e antitérmicos.  É como na saudosa União Soviética.  A engenharia era de ponta. Colocava gente no espaço e tanques na avenida.  Só não era capaz de colocar carro nas garagens nem máquina de lavar nas casas.

Cuba vai enriquecer quando a sua população se tornar mais produtiva para trabalhar e mais livre para empreender.  Ou seja, quando houver capitalismo para os cubanos.

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Leia também: Capitalismo para Cuba 

Diogo Costa é presidente do Instituto Ordem Livre e professor do curso de Relações Internacionais do Ibmec-MG. Trabalhou com pesquisa em políticas públicas para o Cato Institute e para a Atlas Economic Research Foundation em Washington DC. Seus artigos já apareceram em publicações diversas, como O Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo. Diogo é Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Petrópolis e Mestre em Ciência Política pela Columbia University de Nova York.  Seu blog: http://www.capitalismoparaospobres.com
Cultura/ por Felipe Moura Brasil, em veja.com.br

Por que a esquerda odeia Israel

O professor de psiquiatria Jorge Ignacio Szewkies, doutor em Medicina pela Universidade de Ulm, na Alemanha, esteve no Jornal da Pampa, do Rio Grande do Sul, no último dia 22 de julho, e detonou o ódio esquerdista anti-Israel expondo-o como de fato é: inveja de fracassados. Destaque para a frase final:

A esquerda odeia Israel por uma razão: a história do século XX mostrou que o socialismo tinha tudo pra dar certo, e deu errado. O estado de Israel, o sionismo, tinha tudo pra dar errado, e deu certo.”

A leitora Priscila Alvarenga atendeu meu pedido de transcrever o conteúdo completo do vídeo, que revisei e copio abaixo, destacando as imagens dos slides comentados pelo professor. Volto em seguida para comentar e relacionar seu discurso com os de Hillel Neuer, Dennis Prager, Ron Dermer, Denis Lerrer Rosenfield e outros.

Karla: A esquerda é a favor ou não é a favor dos árabes, professor Jorge Inácio?

Jorge Ignácio Szewkies: Bom, a pergunta parece simples, Karla, mas eu prefiro convidar os telespectadores e meus colegas de bancada a uma reflexão; e vou, no fim, ver se nós, em conjunto, temos essa resposta. Porque me chamou a atenção nos últimos dias um conjunto de entidades, algumas mais expressivas, a maior parte sem expressão alguma, mas um conjunto de instituições e entidades do perfil ideologicamente identificado à esquerda chamando manifestações na cidade. Houve, inclusive, uma importante em termos quantitativos, porque mobilizaram a juventude, mobilizaram os estudantes, os centros acadêmicos, contra a ação israelense em Gaza.

E eu fiquei pensando: bom, será então que a nossa esquerda é a favor dos árabes?

Então eu convido vocês a essa reflexão e me permitam… Peço desculpas antecipadamente por entrar com algumas imagens na casa de todos vocês numa segunda-feira nesta hora, mas para responder, nós precisamos ver.

IMAGEM 1 – SÍRIA

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Por exemplo, esta imagem aqui vem da Síria onde cristãos são perseguidos e muitos deles vergonhosamente e violentamente crucificados, debochados. Veja que tem criança olhando isso, e aí eu me pergunto: são árabes cristãos? Vocês veem alguma mobilização aqui da esquerda em defesa dos cristãos árabes? Me respondam no final. O próximo slide, por favor.

IMAGEM 2 – SÍRIA

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Isto aqui, também na Síria, se refere às chacinas que ocorrem atualmente entre os diferentes grupos étnicos. Uma guerra que já matou… Vocês acompanham os números desta semana – lamentável número de mortes desta semana, mas vocês sabem que estamos falando na casa de centenas, e na Síria nós já passamos de 180.000 assassinatos. Vocês veem a população nas ruas pedindo paz e moderação ao presidente da Síria? Me digam esta resposta no fim. O próximo slide…

IMAGEM 3 – IRÃ

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…a violência contra dissidentes no Irã, em julgamentos rápidos, sucintos, vergonhosos e o enforcamento em praça pública para aterrorizar a população numa volta à Idade Média. O próximo [slide]:

IMAGEM 4 – TUNÍSIA

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Vocês assistem a essas manifestações? A esquerda brasileira que se diz humanista e pacifista fala desse enforcamento na Tunísia?

A próxima [imagem], por favor:

IMAGEM 5 – MUNDO ISLÂMICO*

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…o apedrejamento de mulheres adúlteras no mundo islâmico. Ali há um detalhe para não aparecer a cabeça da mulher, o rosto dela, e os homens apedrejando uma mulher acusada de adultério. Vocês enxergam as mulheres brasileiras na rua pedindo a punição e o fim deste apedrejamento? Me respondam dentro de alguns minutos. O próximo slide, por favor:

IMAGEM 6 – DOUTRINAÇÃO

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Aqui vocês têm a infância sendo educada para a violência. Os nossos educadores estão pedindo que as crianças de ambos os lados sejam poupados de ensino da violência? Me respondam em poucos minutos. O próximo slide, por favor…

IMAGEM 7 – FAIXA DE GAZA

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Isto é o que tem estarrecido o mundo inteiro: a utilização de civis como escudos protetores contra bombardeamentos de armas, hoje, modernas… Isto é indescritível! Isso não dá pra qualificar, por exemplo, aqui vocês têm um prédio, um prédio residencial na faixa de Gaza, e vocês sabem… Pode tirar, eu acho que todo mundo viu.

Vocês sabem que eles estão utilizando mesquitas, os colégios; a própria escola da ONU guardava foguetes numa violação tremenda, eu nem digo à lei, [mas] ao bom senso, ao mínimo de humanidade. E eles guardam isso em escolas, em prédios residenciais – [os] armamentos e lançadores de foguetes.

E eu posso dizer hoje, tranquilamente, tudo isto porque é sabido e eu vim pra televisão hoje… Eu vi no noticiário europeu, felizmente, parece que a trégua é iminente porque não se pode continuar assistindo a isso. O Hamas vai ter que abdicar da violência, vai ter que entregar as armas. Não há outra possibilidade senão a rendição, senão fica morrendo gente, morrendo gente… Eles fazem isso de colocar as crianças [como escudos humanos]…

Eu tenho, se vocês me permitem, uma coisa que eu não trouxe porque eu achei que ia prejudicar a janta de vocês, em lançamentos de morteiros… Filmes feitos pelo próprio Hamas mostrando uma vantagem nisto, cheio de crianças em volta porque eles sabem que através do satélite se percebe; haveria um lançamento de algum míssil contra esta plataforma de morteiros e enchem de crianças em volta, e um adulto dizendo pra eles: “Vamos morrer em nome de Alá!”

E o mundo silencia, não o mundo inteiro, digamos assim, mas aqui nós temos este pessoal que vai pra rua numa guerra que praticamente ninguém destas pessoas que estão na rua compreende a complexidade que é… Aqui qualquer pessoa tem opinião sobre tudo, sobre se o Dunga tem que ser o técnico da seleção, sobre a presidência, e principalmente sobre um conflito tão severo.

Mas eu quero responder agora, finalmente, a pergunta que é o tema do meu comentário. Eu vou ser breve.

Eu perguntei se a esquerda é a favor dos árabes. Vocês viram que não. Esta esquerda brasileira é sim anti-Israel; e anti-judaísmo em consequência. Por quê? Porque Israel hoje representa tudo o que a nossa esquerda, esta aqui odeia.

Primeiro: pluripartidarismo – a defesa de opiniões contraditórias sem que a pessoa seja teu inimigo: ele apenas pensa diferente de ti.

Um parlamento, inclusive, que tem árabes representantes.

[Segundo:] Não suportam a liberdade absoluta de expressão, liberdade de imprensa.

Senão, tu fala contra eles, não, tu és “coxinha”, tu és não sei o quê, “imprensa golpista”.

[Terceiro:] Não suportam o judiciário independente.

Veja o que aconteceu no julgamento do mensalão, [com a esquerda] atacando, inclusive, com expressões racistas o ministro do Supremo.

E assim eu poderia continuar, mas essencialmente uma última frase…

Bom, na verdade encerro o meu comentário agradecendo a paciência que vocês todos tiveram. Esta questão das crianças protegendo um morteiro, em vez de o morteiro proteger as crianças: se vocês quiserem, peçam, e eu mando o vídeo para vocês feito pelo próprio Hamas, mando por e-mail com todo prazer, mando aqui para o programa.

O fato do seguinte:

A esquerda odeia Israel por uma razão: a história do século XX mostrou que o socialismo tinha tudo pra dar certo, e deu errado. O estado de Israel, o sionismo, tinha tudo pra dar errado, e deu certo.

VÍDEO FINAL – ESCUDOS HUMANOS EM LANÇAMENTO DE FOGUETES

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COMENTO: A essência de tudo que o professor Jorge Ignácio Szewkies disse no dia 22 de julho é a mesma do discurso que o diretor da ONG UN Watch, Hillel Neuer, deu na ONU no dia seguinte (23), como mostrei aqui. Vale relembrar o trecho mais emblemático:

“Se no ano passado você não protestou quando milhares de manifestantes foram mortos e feridos por Turquia, Egito e Líbia; quando mais do que nunca pessoas foram enforcadas pelo Irã; mulheres e crianças no Afeganistão foram bombardeadas, comunidades inteiras foram massacradas no Sudão do Sul, 1.800 palestinos morreram de fome ou foram assassinados por Assad na Síria; centenas no Paquistão foram mortos por ataques terroristas de Jihadistas, 10.000 Iraquianos foram executados por terroristas, vilas inteiras foram dizimadas na Nigéria, mas você só protesta por Gaza, então você NÃO é pró-DIREITOS HUMANOS, você é somente ANTI-ISRAEL.”

No dia 23, nessa mesma linha, o professor Dennis Prager publicou o artigo “Por que as pessoas odeiam Israel“, traduzido no Facebook por Claudia Costa Chaves, do qual destaco os trechos finais:

Por que essa obsessão contra Israel desde a fundação do país e, em especial, desde 1967?

Não pode ser ocupação. A China ocupa o Tibete e o mundo não presta a menor atenção. E a criação do Paquistão, que ocorreu ao mesmo tempo da criação de Israel, deu origem a milhões de refugiados muçulmanos (e hindus). Mesmo assim, ninguém presta atenção ao Paquistão, tampouco. 

Há apenas duas explicações para essa anomalia moral.

A primeira é uma predileção quase mundial pelos valores e ideias esquerdistas. Segundo esse viés de pensamento, os ocidentais estão quase sempre errados ao combater países ou grupos do Terceiro Mundo; e a parte mais fraca, especialmente se não for ocidental, é quase sempre rotulada de vítima quando combate um grupo ou país mais forte, em especial se este for ocidental. O esquerdismo substituiu o “bem e mal” por “rico e pobre”, “forte e fraco”, e “Ocidental (ou branco) e não-Ocidental (ou não-branco).” Israel é rica, forte e ocidental; os palestinos são pobres, fracos e não-ocidentais.

A única outra explicação possível é Israel ser judia.

Não existe qualquer outra explicação racional, pois a ideia fixa com, assim como o ódio por Israel não são racionais. Israel é um país particularmente decente. Ela é miúda, é mais ou menos do tamanho de Nova Jérsei e é menor que El Salvador; e enquanto existem mais de 50 países muçulmanos, existe apenas um país judeu. Israel deveria ser admirada e apoiada, mas não odiada a ponto de existirem dúzias de países cujas populações querem ver Israel aniquilada, o que, mais uma vez, é um fenômeno singular. Nenhum outro país do mundo jamais foi escolhido para ser exterminado.

Por mais difícil que seja para as pessoas modernas e pouco religiosas aceitarem, o judaísmo de Israel é a razão maior para o ódio a ela dedicado. 

Ironicamente, este fato, bem como a obsessão pelos judeus antes da existência de Israel, confirma para este observador o papel divino que os judeus desempenham na História. Poucos judeus se dão conta desse papel e um número ainda menor o deseja. Mas, a não ser pela influência da esquerda, não há outra explicação para a animosidade contra Israel.

No dia 24, o mesmo em que publiquei meu artigo “Como resolver o conflito Israel-Hamas com algodão-doce“, foi a vez do embaixador de Israel, Ron Dermer, detonar a cobertura esquerdista da CNN ao vivo, como também mostrei aqui, com discurso semelhante do qual relembro trechos:

“Eu acho que seria um desserviço aos seus telespectadores que um repórter na Faixa de Gaza não mencionasse que, na última semana, tivemos duas escolas diferentes da ONU, onde tivemos realmente foguetes encontrados nessas escolas e entregues ao Hamas. (…) Erin, eu estive escutando por duas horas os relatos da CNN. Já vi telas divididas, fotos horríveis, fotos horríveis com as quais qualquer ser humano decente ficaria horrorizado. Eu não ouvi uma única pessoa dizer o que eu disse a você agora, e eu acho que isso é um desserviço aos seus telespectadores: não dar a eles o contexto de que necessitam para fazer esses julgamentos. O Hamas está colocando pilhas de mísseis nas escolas, nos hospitais, nas mesquitas, e tem de haver indignação do mundo em relação ao Hamas, para acabar com isso.”

Naquele post, eu havia ficado de comentar a sonsice do secretário-geral da ONU ao mostrar indignação com a notícia dos mísseis encontrados na escola da entidade, mas aproveito que Denis Lerrer Rosenfield já tocou no assunto dessa cumplicidade em sua coluna de hoje no Globo e reproduzo um trecho:

Os episódios protagonizados pela ONU, em Gaza, deveriam escandalizar qualquer pessoa sensata. Em duas escolas da ONU foram encontrados foguetes, lá depositados pelos grupos jihadhistas. Supõe-se que lá não chegaram caminhando sozinhos, mas contaram com uma explícita colaboração de funcionários da própria organização internacional. Trata-se de uma clara violação da lei internacional.

A ONU, curiosamente, não quis fornecer as fotos desses foguetes, pois elas teriam forte impacto midiático, mostrando o pouco caso do Hamas com as crianças e mulheres que diz, para a imprensa internacional, defender. Ou seja, a organização fez o jogo do terror, pretendendo, porém, apresentar-se como neutra. Ademais, posteriormente, entregou os mesmos foguetes para as “autoridades governamentais”, isto é, o próprio Hamas!

Nada muito diferente do que aconteceu na guerra passada. Durante semanas fomos bombardeados, com manchetes, de que uma sede da ONU teria sido bombardeada pelas Forças Armadas de Israel. Era uma mentira deslavada. A própria organização internacional demorou, no entanto, 30 dias para fazer o desmentido. Como assim? O desmentido apareceu um mês depois nas páginas internas de jornais, como uma pequena notícia irrelevante. O estrago midiático foi feito com a colaboração da própria ONU.

Como denunciara também a deputada republicana Ileana Ros-Lehtinen, após o governo Obama anunciar um financiamento – mais um! – de US$ 15 milhões à agência local da ONU (UNRWA), responsável pelas escolas da entidade em Gaza, como parte de uma “ajuda humanitária” de US$ 47 milhões aos civis palestinos:

“A UNRWA há muito extrapolou a sua função e vem atuando como uma entidade política com uma agenda anti-Israel e antissemita, e os Estados Unidos não devem financiá-la de maneira alguma. A UNRWA tem uma longa história de incitamento contra Israel em suas escolas e certamente tem suas mãos sujas com seus laços com o Hamas, à medida que agentes do Hamas dominam os sindicatos da UNRWA.”

O esquerdismo cúmplice do terrorismo está representado atualmente na ONU, na imprensa mundial, no governo Obama, no governo Dilma, em mais uma porção de governos e ditaduras pelo mundo, e nos corações e nas mentes de todos os incautos ou invejosos fracassados que caem em seus engodos, intoxicando-se de ódio contra seus inimigos políticos. Assim como a pequena Honduras já foi anos atrás, o Estado de Israel é hoje o melhor exemplo de como é possível resistir, enfrentar e desmascarar essa cambada de impostores.

Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil

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Fonte:
Inst. Ludwig Von Mises Brasil

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