Caminhoneiros fecharam marginais Pinheiros e Tietê neste domingo. São Paulo teve buzinaço na Paulista

Publicado em 01/03/2015 17:38 e atualizado em 02/03/2015 07:20
830 exibições
Caminhoneiros fecharam a marginal Pinheiros neste domingo (Foto: Marcos Bezerra / Futura Pres).


O protesto de caminhoneiros que atinge vários Estados do Brasil chegou neste domingo à cidade de São Paulo. Um grupo de manifestantes percorreu, entre a manhã e a tarde deste domingo trechos das marginais Pinheiros e Tietê. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), aproximadamente 30 caminhões se deslocaram em marcha  pelas pistas centras da Marginal Tietê por volta das 15h.
O protesto teve início na rodovia Presidente Dutra, de onde os caminhoneiros partiram em velocidade reduzida, cruzando toda a marginal Tietê e parte da marginal Pinheiros, no sentido Interlagos. O grupo agora retornou para a marginal Tietê, de onde devem seguir novamente pela rodovia Presidente Dutra.
O protesto é acompanhado pela Polícia Militar e pela CET, que estabeleceu que os motoristas não deveriam parar os carros nas vias expressas, sob pena de multa. De acordo com a PM, o ato é pacífico. Apesar do ato, não havia registro de congestionamento nas marginais às 15h30.

 

Greve DOS CAMINHIEROS (NA VEJA):

Caminhoneiro morto em ato é velado no RS; São Paulo tem buzinaço

Atrolepado por colega, Cléber Adriano Machado Ouriques foi sepultado na manhã deste domingo em São Sepé. Categoria fez ato na capital paulista

O caminhoneiro Cléber Adriano Machado Ouriques, de 38 anos, foi sepultado na manhã deste domingo em São Sepé, na região central do Rio Grande do Sul. A cerimônia teve a presença de familiares, amigos e colegas. O motorista morreu após ser atropelado quando tentava bloquear a passagem de um caminhão na BR-392. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu por volta das 7 horas de sábado. A vítima participava do ato contra o aumento do óleo diesel e falta de valor mínimo de frete, quando um caminhão a atingiu no quilômetro 297. 

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista que provocou o acidente não parou e fugiu sem prestar socorro. No sábado, a Secretaria-Geral da Presidência da República divulgou nota em que lamentou o ocorrido. “Ao mesmo tempo em que se solidariza com familiares e amigos, o governo federal reforça o compromisso e a disposição para que a normalidade volte às rodovias brasileiras”, diz o texto.

A secretaria também ressalta que as propostas anunciadas esta semana após a reunião entre representantes dos caminhoneiros, empresários e governo em Brasília são o caminho para a normalização das rodovias. No encontro, o governo prometeu sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro e criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários.

Leia mais: 
SP: caminhoneiros bloqueiam Dutra por uma hora e meia
Caminhoneiros voltam a fechar estradas; polícia usa bomba para liberar via no RS
Governo decide multar e aciona PF contra caminhoneiros

São Paulo – Na manhã deste domingo, caminhoneiros protestaram com um buzinaço em duas faixas da pista expressa da Marginal Pinheiros, sentido Castello Branco, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Cerca de 30 caminhões ocuparam vias perto da ponte Cidade Jardim, onde circularam com velocidade reduzida. Os caminhoneiros passaram pela Ponte do Limão por volta das 11h30, e também pela Júlio de Mesquita Neto, segundo a CET. O ponto final da manifestação, entretanto, não foi informado pelos manifestantes.

(Com Agência Brasil e Estadão Conteúdo)

 

Na FOLHA: Depois de quatro horas, motoristas encerram protesto em São Paulo

Depois de quatro horas e quinze minutos de protesto, cerca de 30 caminhoneiros que protestavam andando em baixa velocidade pela Marginal Tietê, em São Paulo, encerraram a manifestação no Parque Novo Mundo, neste domingo (01).

O protesto que teve início por volta das 11h30 e passou pelas marginais Tietê e Pinheiros nos dois sentidos.

De acordo com a CET, o movimento provocou trânsito intenso, mas sem congestionamento.

Segundo a assessoria da Nova Dutra, que monitora o movimento junto com a Polícia Rodoviária Federal, o protesto teve início na altura do bairro Vila Maria, na capital, e seguiu pela Marginal Tietê.

O grupo de caminhoneiros seguiu em direção à Marginal Pinheiros e foi até a ponte Transamérica. Depois, a carreata regressou pela marginal.

Às 14h30 os caminhoneiros passaram na altura da Ponte dos Remédios, sentido Nova Dutra.

Às 15h40, o grupo passou pela Ponte da Vila Guilherme e, por fim, dispersou no Parque Novo Mundo.

Segundo a Nova Dutra, o movimento foi organizado pelos donos de uma oficina de suspensão a ar na Vila Maria, que fez a convocação por meio das redes sociais. Ainda segundo a concessionária, durante o percurso, outros caminhoneiros aderiram ao protesto, porém, a assessoria não soube confirmar quantos.

Na página da oficina no Facebook, a família Charada, dona da oficina, convoca caminhoneiros, donos de carros antigos e a população a se vestir de preto e aderir a carreata pacífica para demonstrar a "insatisfação com o momento político" do país.

BLOQUEIOS

Na tarde deste domingo, foram registrados bloqueios em rodovias federais em 12 locais no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, promovidos por caminhoneiros. Houve também uma interdição em uma rodovia estadual de Santa Catarina.

Em protestos que atingiram até 14 estados do país na semana passada, os caminhoneiros pedem redução no preço do pedágio e do diesel, o aumento do valor do frete e a sanção, por parte da presidente Dilma Rousseff, de mudanças na legislação que flexibilizam a jornada de trabalho.

Na última quarta (25), o governo chegou a anunciar um acordo a categoria, prevendo por exemplo a manutenção do preço do diesel por seis meses. Parte dos motoristas, em especial no Rio Grande do Sul, não reconhece o acordo. 

 

Acabam os bloqueios de estradas no RS, diz polícia; no país, protestos caem

Estado que concentrou a maior parte dos protestos no final de semana e onde um caminhoneiro morreu após ser atropelado por um caminhão, o Rio Grande do Sul não registra nenhuma manifestação da categoria na tarde deste domingo (1), segundo a Policia Rodoviária Federal.

No país todo, o número de interdições nas rodovias diminuiu: são 12 em dois Estados, de acordo com dados das 18h30 da corporação. Na tarde de sábado (28), eram 56 interdições em seis Unidades da Federação –o RS somava metade desse número.

Segundo a Polícia Federal Rodoviária, no começo da noite há dois trechos de estradas federais bloqueados em Mato Grosso e dez em Santa Catarina.

Os protestos dos caminhoneiros contra o aumento do diesel e pela alta do valor do frete completou neste domingo 11 dias, mas perdeu a força que teve na semana passada. No auge das manifestações, a categoria bloqueou 129 trechos em 14 Estados –incluindo SP.

Desde quinta-feira (26), após o governo ter anunciado um acordo com os caminhoneiros, cresceu a repressão contra os atos.

Neste domingo, nove pessoas foram presas no RS, segundo Alessandro Castro, diretor de comunicação da Polícia Federal Rodoviária gaúcha. A repressão cresceu após a morte do caminhoneiro e consequente aumento de bloqueios no Estado.

Duas dessas prisões foram em Camaquã, na BR-116. Segundo Castro, os manifestantes desobedeceram a ordem judicial de desobstruir a pista e incentivaram a desordem pública por estarem coagindo os caminhoneiros a pararem nos postos.

Em Pelotas outros sete manifestantes foram conduzidos à Polícia Federal por incentivo à desordem no km 66 da BR-392.

Ações como a do RS se repetiram em outros Estados. Segundo a diretora geral da corporação, Maria Alice Nascimento, os policiais federais mantêm o monitoramento nas estradas com o apoio da Força Nacional de Segurança Pública e as polícias estaduais.

"O trabalho continua até o restabelecimento completo do transporte de carga, para garantir o abastecimento da população e a normalidade da atividade econômica", disse Maria Alice, por meio da assessoria da polícia.

FUTURO DOS PROTESTOS

Segundo Paulo Estausia, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística, o momento agora é de recuar e tentar avançar com as negociações.

No próximo dia 10, está agendada uma reunião com o governo e desembargadores para discutir a revisão do valor do frete, uma das reivindicações da categoria. "Agora vamos esperar os próximos passos, mas os avanços são históricos na pauta da categoria."

Apesar da fala de Estausia, o movimento está dividido e ainda há líderes que defendem a retomada dos protestos nesta segunda-feira (2).

Esses líderes, a maioria do Sul, não reconhece o acordo anunciado pelo governo na quarta (25).

Além da redução no preço do diesel e do aumento do frete, a categoria pede diminuição do pedágio sanção, por parte da presidente Dilma Rousseff, de mudanças na legislação que flexibilizam a jornada de trabalho. 

 

NO TERRA: Caminhoneiros interditaram 69 pontos em rodovias de 5 Estados neste domingo

Ao menos sete Estados registram manifestações de caminhoneiros neste domingo, 1º, segundo informações das polícias rodoviárias locais. Apesar do aumento na repressão ao movimento, os bloqueios devem continuar nesta segunda-feira - a categoria protesta contra a alta no diesel e quer aumento no valor do frete.
No final da noite de sábado, a Polícia Rodoviária Federal usou bombas de gás lacrimogêneo para desobstruir a rodovia BR-364, na saída de Cuiabá para Rondonópolis, no sul do Estado, ocupada pelos caminhoneiros. De acordo com a assessoria da PRF, não houve reação dos manifestantes, o que evitou um possível confronto.
Na manhã de domingo, havia quatro pontos com interdição na BR-163, uma das principais vias de escoamento da produção agrícola. Trechos da BR-364 e da BR-070 continuavam fechados. À tarde, a interdição da BR-364 em Rondonópolis foi suspensa. Os bloqueios afetam a colheita soja - o Estado é o maior produtor brasileiro. 
Durante o domingo, em São Paulo, cerca de 30 caminhoneiros fizeram um "buzinaço" nas Marginais Tietê e Pinheiros, bloqueando faixas e causando lentidão nos dois sentidos, conforme a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
A mobilização dos caminhoneiros continuava mais intensa na região sul do País. Santa Catarina era o Estado com o maior número de bloqueios: 17, sendo 11 em rodovias federais e 6 em estaduais. Os caminhoneiros passaram a fazer um protesto volante, mudando os pontos de bloqueio para confundir a polícia. De manhã, eles se concentravam principalmente na BR-282, que tinha seis pontos de bloqueio entre Ponte Serrada e São Miguel do Oeste. No Estado, a paralisação atingiu o 12º dia consecutivo e já faltam alimentos e combustíveis. 
No Rio Grande do Sul, os caminhoneiros suspenderam bloqueios em rodovias estaduais, mas a mobilização continuava em dez pontos de rodovias federais, quatro deles na BR-116, principal ligação com outros Estados do sul e a região sudeste. A PRF informou que os bloqueios já são em menor número e que está agindo para liberar as estradas, em cumprimento às medidas judiciais.
O corpo do caminhoneiro Cléber Adriano Ouriques, de 38 anos, atropelado e morto no sábado por um colega quando participava de um bloqueio, foi sepultado de manhã, num clima de comoção, no Cemitério Municipal de São Sepé, onde morava. Ele era solteiro e deixou um filho adolescente. O atropelamento ocorreu na rodovia BR-392. O motorista do caminhão-baú que matou Ouriques fugiu sem prestar socorro. O veículo foi localizado à tarde, abandonado em um posto, em Santa Fé do Sul, na mesma região. O suposto autor do crime já foi identificado.
No Paraná, sete rodovias federais amanheceram bloqueadas e uma delas, a BR-277, tinha dois pontos de interdição. Em Mato Grosso do Sul, a MS-134 foi bloqueada de manhã no km 133, entre Nova Andradina e Casa Verde, mas no início da tarde os manifestantes liberaram a estrada. No Ceará, os caminhoneiros voltaram a bloquear a BR-116, em Tabuleiro do Norte. No interior de São Paulo, motoristas fizeram um protesto na rodovia Sebastião Ferraz de Camargo, em Apiaí. A pista chegou a ser interditada, mas foi liberada após a chegada da polícia estadual.
Nos últimos dias, o número total de manifestações reduziu, de acordo com o Ministério da Justiça. Foram 96 interdições na quinta-feira, 26, e 56 na sexta-feira, 27.

 

O GLOBO: Governo vai ampliar presença de forças policiais para pôr fim a bloqueios às estradas


BRASÍLIA E RIO — O governo federal, informou, em nota divulgadas neste domingo, que vai ampliar a presença das forças policiais nas estradas para assegurar o cumprimento das decisões judiciais que determinaram o desbloqueio das rodovias, garantindo o direito ao trabalho e o abastecimento da população. Ao mesmo tempo, o governo reitera o compromisso com as propostas anunciadas esta semana e a disposição para o diálogo com os caminhoneiros, tendo como base o encerramento das interdições de rodovias no país.
Os caminhoneiros mantêm o bloqueio de estradas pelo décimo segundo dia em pelo menos seis estados. No início da tarde deste domingo, caminhoneiros realizaram um protesto, ocupando duas faixas da pista expressa da Marginal Pinheiros, no sentido Castello Branco. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), cerca de 30 caminhões se deslocavam em velocidade reduzida contra a alta dos combustíveis. O ato, que teve início na Marginal Tietê, causou lentidão nas proximidades. Viaturas da Polícia Militar fizeram a escolta do grupo. Depois de se deslocar pela Marginal Tietê e Marginal Pinheiros no sentido Interlagos, o grupo fez o retorno na Ponte Transamérica. Os manifestantes seguiram no sentido Castello Branco e, por volta das 14h, passaram pela Ponte Eusébio Matoso. Segundo a CET, eles entraram na Dutra por volta das 15h45 e encerraram a manifestação às 16h10, dispersando-se na altura do km 230, no Parque Novo Mundo, Zona Norte.

De acordo com a nota do Planalto, divulgada pela manhã, as manifestações estão localizadas na região Sul do país, com 80% dos bloqueios concentrados em rodovias federais no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Também foram registrados pontos de bloqueio em estradas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, onde a BR-040 (Rodovia Washington Luiz) teve o sentido Juiz de Fora completamente interditado na tarde de sábado. De acordo com a Concer, concessionária responsável pelo trecho, os veículos bloquearam a pista no km 61, em Petrópolis. Ainda no Estado do Rio, a Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) informou, na noite passada, que caminhoneiros em greve bloquearam a BR-116 no entroncamento da rodovia com a BR-393 . Com o protesto, houve congestionamento de cinco quilômetros de Sapucaia às proximidades de Além Paraíba.

“A diminuição do movimento e a atuação da Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e polícias estaduais no cumprimento da lei vem assegurando o livre trânsito a quem queira trabalhar, possibilitando a normalização do abastecimento de combustível e a retomada da atividade econômica”', diz ainda a nota, na qual o governo lamenta o uso de violência nas manifestações com depredações de veículos e coação de caminhoneiros que querem trabalhar.

Morte em meio a protesto

No sábado, além das interdições em várias partes do país, o protesto dos caminhoneiros foi marcado por pela morte de Cléber Adriano Machado Ouriques, de 38 anos, atropelado na BR-392, na cidade de São Sepé, região central do Rio Grande do Sul, por volta das 7h. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Cléber Adriano tentou impedir a passagem de um caminhão. À noite, o veículo que o atropelou foi encontrado por policiais civis em Cachoeira do Sul, também na região central do estado. O motorista, porém, não estava no local.

O atropelador, que fugiu sem prestar socorro à vítima, já foi identificado pela polícia e teve a prisão preventiva decretada. Segundo os policiais, pelas marcas de frenagem, o caminhoneiro tentou desviar dos manifestantes, mas não conseguiu. A PRF não confirmou o nome do atropelador, mas, segundo reportagem do "Jornal Nacional", da TV Globo, ele é Anderson Luiz dos Santos Bernardes. Segundo a PRF no Rio Grande do Sul, o motorista telefonou a uma delegacia policial, identificou-se e disse que havia fugido com medo de represálias dos manifestantes.

Após a morte de Cléber Adriano, o número de bloqueios nas rodovias aumentou, principalmente em trechos no Rio Grande do Sul, mas a PRF não relaciona a ampliação dos protestos com o acidente. Durante o dia, o número de interdições chegou a 25. Mas, às 21h, havia 17 bloqueios, segundo a PRF gaúcha.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República lamentou a morte por atropelamento do caminhoneiro, ao mesmo tempo em que se solidarizou com familiares e amigos da vítima. O governo federal reforçou, ainda, o compromisso e a disposição para o dialógo com a categoria. E reforçou que as propostas anunciadas nesta semana em reunião, em Brasília, entre representantes dos caminhoneiros, empresários e governo são o caminho para a normalização das rodovias.

Segundo o boletim mais recente divulgado pela Polícia Rodoviária Federal, às 20h desse sábado, a paralisação dos caminhoneiros provocou até 46 interdições em estradas federais. Antes de ocorrer o acidente com o manifestante no Rio Grande do Sul, havia 38 trechos bloqueados. Até o momento, a PRF não divulgou novas informações sobre os bloqueios nas rodovias do país.

Negociação com o governo

Nesta semana, sindicatos e associações aceitaram a proposta do governo na quarta-feira para acabar com a paralisação. Mas como a categoria está dividida e não há uma liderança centralizada, alguns motoristas mantêm os bloqueios mesmo após o acordo alegando que não participaram das negociações. Entre os pontos que foram acertados entre o governo e alguns caminhoneiros, está a sanção integral da Lei do Caminhoneiro, que regulamenta a profissão de motorista, e o compromisso da Petrobras de que o diesel não sofrerá reajuste nos próximos seis meses. Mas os motoristas querem também a fixação de uma tabela com preço de referência do frete.

A Justiça fixou multas para os caminhoneiros que mantiverem os bloqueios nas estradas. Os valores variam entre R$ 5 mil e R$ 50 mil. Uma nova reunião foi marcada entre caminhoneiros e empresários, com mediação do governo, para o dia 10 de março.

Tags:
Fonte: TERRA/VEJA/OGLOBO/FOLHA

Nenhum comentário