Com feriado do Independence Day nos EUA, bolsas e Chicago e NY não operam nesta 2ª feira

Publicado em 04/07/2016 06:35
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Nesta segunda-feira, 4 de julho, comemora-se o Dia da Independência nos Estados Unidos, um dos feriados mais importantes do país. Em função disso, as bolsas de Chicago e Nova York não operam hoje. Os negócios serão retomados nesta terça-feira (5). No Brasil, o mercado interno funciona normalmente, porém, sem a referência internacional para as commodities. 

As cotações que aparecem na página inicial do Notícias Agrícolas são, portanto, referentes são ao fechamento da última sexta-feira (1). 

Veja como fecharam os mercados da soja, do  milho e do café na última semana:

Soja: Dólar fecha junho com mais de 10% de baixa e limita preços no BR; CBOT sobe 5% na semana

A semana foi agitada para o mercado da soja. Se para a Bolsa de Chicago os novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxeram volatilidade ao andamento dos futuros da oleaginosa no cenário internacional, internamente a despencada do dólar tirou o ritmo dos negócios no Brasil e ganhou a atenção de traders e produtores rurais. 

Ao mesmo tempo, o período é de término de mês, de semestre e os investidores também buscam reajustar suas posições e retomar seu fôlego para a segunda metade do ano. Junho termina, porém, com forte oscilação nos preços, já que foi no seu início que a soja brasileira chegou a bater nos R$ 100,00 por saca. 

Aproveitando os melhores momentos, o Brasil já comercializou mais de 80% da safra 2015/16 e o sojicultor conseguiu se capitalizar para, nesse momento, adotar uma postura mais defensiva e concluir suas vendas em momentos ainda mais oportunos, segundo acreditam analistas e consultores de mercado. 

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Diante do aumento na área cultivada nos EUA e o clima favorável, preços do milho recuam mais de 6% na semana

Por Fernanda Custódio

Pela segunda semana seguida, as cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) despencaram. No balanço dessa semana, as principais posições da commodity acumularam desvalorizações entre 6,41% e 8,19% e se distanciaram ainda mais do nível de US$ 4,00 por bushel. Nesta sexta-feira (1), os vencimentos do cereal exibiram perdas entre 3,50 e 5,75 pontos. O contrato julho/16 era cotado a US$ 3,53 por bushel e o dezembro/16 a US$ 3,67 por bushel.

De acordo com informações das agências internacionais, a queda de hoje teve um ingrediente a mais, o feriado prolongado nos Estados Unidos. Mais uma vez, os investidores ajustaram suas posições diante do feriado da próxima segunda-feira (4) no país, em comemoração ao Independence Day.

Porém, as informações mais importantes ao longo da semana foram as novas projeções do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de área semeada com o milho nesta safra e os números dos estoques trimestrais. Nos últimos dias, os analistas já haviam reforçado a relevância dos dados e que poderiam influenciar o andamento das negociações em Chicago.

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Café: Qualidade da safra do Brasil decepciona e Bolsa de Nova York tem alta acumulada de quase 7% nesta semana

Por Jhonatas Simião

Durante toda essa semana, as cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) oscilaram acompanhando as incertezas em relação ao cenário macroeconômico após a saída do Reino Unido da União Europeia, o câmbio e, principalmente, a frustração dos envolvidos com a qualidade da safra 2016/17 do Brasil. Diante dessas informações, os preços externos subiram cerca de 7%  e deixaram o patamar de US$ 1,40 por libra peso na semana passada e já estão no patamar de US$ 1,50/lb.

Na sessão de hoje, os lotes de arábica com vencimento em julho/16 anotaram 144,85 cents/lb e o setembro/16 registrou 146,40 cents/lb, ambos com 75 pontos de alta. O contrato dezembro/16 fechou a sessão cotado a 149,15 cents/lb com 85 pontos positivos, enquanto o março/17 encerrou o dia a 151,65 cents/lb com 90 pontos de valorização.

As chuvas que atingiram o cinturão produtivo do Brasil nas últimas semanas prejudicaram bastante a colheita da safra 2016/17 e a qualidade dos grãos. Antes dos relatos de problemas na produção, essa temporada era vista pelos operadores como uma das melhores dos últimos anos. "A qualidade da safra tem decepcionado bastante. Porém, o pico da safra está começando agora e isso pode motivar ajustes para baixo. Acredito que a alta está muito pesada para o mercado", explicou ontem (30) o analista de mercado da Origem Corretora, Anilton Machado.

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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

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