Jiro Nishimura é o novo presidente da FSNT

Publicado em 31/05/2010 10:52 e atualizado em 31/05/2010 11:56 907 exibições
Ex-presidente da Jacto e Unipac aceita novo desafio de dar continuidade ao legado na área de educação deixado pelo pai.
O empresário Jiro Nishimura, integrante do Conselho de Administração do Grupo Jacto, é o novo presidente da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FSNT).

Instalada numa área de 35 alqueires, a FSNT que é mantida pelo Grupo Jacto, está prestes a completar 30 anos de existência e visa oferecer educação e tecnologia a serviço da agricultura, preparando jovens para atuar no mercado agrícola com competência, dignidade e com conhecimento profundo nas mais avançadas tecnologias voltadas para a agricultura e para o agronegócio.

Jiro é um dos sete filhos do lendário Shunji Nishimura, que faleceu no dia 23 de abril aos 99 anos e era o presidente vitalício da instituição. Em sua trajetória profissional ao lado do pai atuou como presidente das empresas Máquinas Agrícolas Jacto e Unipac, ambas pertencentes ao Grupo Jacto.

“A Fundação é como uma árvore, com raiz, tronco, folhas, flores e já produziu frutos. Quando vier outra administração, a árvore deverá ser podada, para que surjam novos brotos, que, por sua vez, transformarão em flores e, em tempo hábil, chegarão os novos frutos – com novas idéias”. Essa frase do fundador da Jacto e da FSNT , Shunji Nishimura, representa bem o desafio da nova administração.

O novo presidente da FSNT destacou que quer dar continuidade ao legado deixado pelo pai, que era um empreendedor visionário, tornando a instituição um pólo de tecnologia onde os alunos possam desenvolver na prática, tudo o que aprendem em sala de aula.

Jiro Nishimura atualmente também acumula a função de conselheiro da FBN – Brasil (The Family Business Network), que é uma associação de empresários familiares, cujo objetivo é promover uma rede de relacionamentos  para ajuda mútua em assuntos sobre sucessão, governança corporativa, desenvolvimento dos herdeiros e estrutura organizacional, para empresas familiares.

Como tudo começou

Após ter construído uma das maiores fábricas de pulverizadores agrícolas do mundo, o japonês Shunji Nishimura, começou a investir na formação de jovens para trabalhar na agricultura. Quando todos achavam que tinha cumprido sua missão, mostrou que não estava satisfeito. Resolveu retribuir ao Brasil e à agricultura parte de tudo que havia conquistado como imigrante.

Em 1979 o fundador da Jacto, semeava mais uma de suas obras. Desta vez criava uma fundação para a formação de um avançado centro educacional para devolver à agricultura brasileira profissionais altamente especializados para a nova realidade do agronegócio.

Através da Jacto, criou a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FSNT) e em 1982, inaugurou o Colégio Técnico Shunji Nishimura. Em 1989 era a vez de criar o Colégio Shunji Nishimura; em 2005 a Escola Profissionalizante Chieko Nishimura e ainda um Museu, onde registra toda a trajetória do próprio fundador, da Jacto e da Fundação.

Com 27 anos de experiência e tradição em ensino voltado para a agricultura, a FSNT, quando da existência do Colégio Técnico agrícola, formou mais de 800 alunos, muitos deles atuando de forma efetiva em empresas e propriedades agrícolas de renome no país.

Em 2009 a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FSNT), formou a 26ª e última Turma do Colégio Técnico Shunji Nishimura, que funcionava em sistema de internato. Agora passa para uma nova fase, voltada para um sistema de ensino moderno e que atenda às necessidades do mercado agrícola na atualidade.

A FSNT, como um braço social do Grupo Jacto, atualmente é mantenedora do Colégio Shunji Nishimura (Escola de Ensino Fundamental), Escola Profissionalizante Chieko Nishimura (Em convênio com o SENAI oferece o Curso de Aprendizagem Industrial Mecânico de Usinagem). Conta ainda com a unidade do SENAI - Escola SENAI Shunji Nishimura, com os Cursos Técnicos em Mecânica e Eletroeletrônica.

Recentemente a mais nova conquista da FSNT foi a instalação da FATEC - Faculdade de Tecnologia de Marília - Campus de Pompéia para um curso superior gratuito e inédito no país: Mecanização em Agricultura de Precisão, que tem duração de três anos e já está em sua primeira turma.

O profissional formado em Mecanização em Agricultura de Precisão vai atuar em projetos de mecanização agrícola por meio de seleção adequada de máquinas e implementos, além de gerenciar e treinar equipes de operação, regulagem e manutenção de máquinas de acordo com normas técnicas, ambientais e de segurança.

Como dizia Shunji Nishimura:"É preciso, sempre, semear mais vida.

 

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Fonte:
AI- FSNT

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