Mesmo escondida, Dilma não escapa das vaias. Quem foi o culpado?

Publicado em 12/06/2014 20:30 e atualizado em 11/07/2014 16:06 2808 exibições
em veja.com.br

Futebol

Quem foi o culpado?

Vaiada

Vaiada

O Planalto tomou todas as precauções para evitar vaias para Dilma Rousseff  no Itaquerão (leia mais aqui). Mas algo saiu errado e um dado fundamental para a estratégia anti-vaias falhou: Dilma apareceu nos telões. E, claro, foi vaiada.

Agora, seus assessores, atônitos, buscam explicações para a falha.  Havia mesmo uma combinação com os responsáveis pelas imagens de não filmá-la? E, se havia, quem descumpriu o combinado?

Por Lauro Jardim

 

NA FOLHA:

Dilma é hostilizada pela torcida quatro vezes na estreia da Copa

A presidente Dilma Rousseff e o mandatário da Fifa, Joseph Blatter, foram hostilizados na abertura da Copa, nesta quinta-feira (12), no Itaquerão.

A presidente foi hostilizada quatro vezes durante o dia. Na primeira, antes da partida, os torcedores gritaram "ei, Dilma, vai tomar no c...", enquanto outros gritavam "ei, Fifa, vai tomar no c...".

Os xingamentos contra Dilma foram fortes, mas localizados. Começaram na área VIP (uma das mais caras) e, em seguida, se espalharam pelo estádio. A hostilidade não durou muito tempo, mas acabou voltando após o hino nacional.

A presidente voltou a ser hostilizada após aparecer no telão do estádio, comemorando o segundo gol do Brasil sobre os croatas. O quarto protesto ocorreu próximo ao fim do jogo.

 

E os “Green and Yellow Blocs” gritaram no Itaquerão: “Ei, Dilma, a-e-i-o-u/ ei, Dilma, a-e-i-o-u…” Presidente escapou do discurso, mas não de certo monossílabo tônico

Vejam e ouçam este vídeo.

 Certamente, a televisão de vocês também registrou, embora a transmissão, ao menos a da Globo, não tenha feito nenhuma referência ao fato. Admito: é uma coisa complicada mesmo, ainda que me pareça perfeitamente possível informar: “E, agora, parte do estádio dirige palavras não muito gentis à presidente Dilma Rousseff…” Até porque estou certo de que, tivesse o estádio explodido num grande delírio de alegria, certamente se daria destaque ao fato.

Está aí. Dilma foi premiada com um dos xingamentos prediletos do brasileiro, só perdendo para aquele que ofende a genitora. Certo monossílabo tônico, sem acento, terminado em “u” foi dirigido à presidente. Mais de uma vez, parte considerável do estádio gritou: “Ei, Dilma, a-e-i-o-u/ Ei, Dilma, a-e-i-o-u…”

Não era o que estava no script, é certo. Nelson Rodrigues dizia que brasileiro vaia até minuto de silêncio. Pode não ser bem assim, mas é certo que políticos em ambientes esportivos nem sempre são bem-vindos. Ainda mais nos dias de hoje, quando há uma óbvia crispação nas ruas e uma indisposição meio generalizada com a lambança em órgãos oficiais.

Ainda que o governo federal houvesse cumprido todas as promessas que fez, dar a cara nos estádios seria uma operação de risco. Ocorre que não cumpriu.  Os torcedores sabiam que a presidente estava ali. Talvez tivesse sido deixada quietinha, no seu canto, não tivesse ela cedido ao mau conselho de algum aspone, que lhe sugeriu que ocupasse a Rede Nacional de Rádio e Televisão para desqualificar seus críticos, inflar os números da gestão petista e dizer algumas inverdades, como dar por concluídas obras que estão em curso.

Ficou muito claro que a população sabe distinguir muito bem o seu apreço pela Seleção Brasileira da exploração política mesquinha que o governo e o petismo tentaram fazer. Não só sabe distinguir como repudia as tentativas de governantes de se apropriar do que, obviamente, não lhes pertence.

O versinho dispensado a Dilma não é de bom gosto, mas é bom deixar claro que os que protestaram no estádio têm natureza muito distinta dos “black blocs”. Os “Green and Yellow Blocs” não querem destruir nada, não querem quebrar nada, não querem bater em ninguém. Estão cansados desse governo e de Dilma Rousseff. E, tudo indica, acham que é hora de mudar. Se vai acontecer ou não, aí veremos. Abaixo, uma metáfora doméstica.

Pipoca Maria Corintiana da Silva, 12 anos, preparou-se para a festa. Disse

Pipoca Maria Corintiana da Silva, 12 anos, preparou-se para a festa. Disse “sim” à euforia, mas zangou-se com a tentativa de manipulação

Por Reinaldo Azevedo

 

Mesmo escondida, Dilma não escapa das vaias

Por Giancarlo Lepiani, na VEJA.com:
A festa de abertura da Copa do Mundo demorou a esquentar, mas acabou animando o público que lota o Itaquerão, em São Paulo, na tarde desta quinta-feira. Com cerca de 25 minutos de duração, a apresentação foi prestigiada por apenas uma parte da torcida – as arquibancadas foram enchendo aos poucos. A tarefa de encontrar o lugar designado no estádio, aliás, não foi das mais fáceis – conforme muitos torcedores presentes ao palco da estreia da seleção brasileira, pouca gente sabia informar com precisão como acessar cada setor da nova arena.

No momento em que a cerimônia começou, pontualmente às 15h15, o estádio estava com milhares de assentos vazios – com longas filas nos bares e restaurantes, e com queixas de torcedores que diziam ter dificuldade para encontrar suas cadeiras, a festa teve um início morno. Antes mesmo do começo do espetáculo, que foi dirigido por uma belga, Daphné Cornez, o público teve dificuldade para entender uma mensagem veiculada pelo sistema de som do estádio, anunciando que a apresentação estava prestes a começar. Os primeiros minutos de coreografia, com dançarinos que usavam adereços com motivos ecológicos, foram acompanhados com indiferença pelo público – que parecia mais animado nos momentos que antecederam a cerimônia, gritando “Brasil” e vaiando a pequena mas barulhenta torcida croata.

Os assentos foram sendo preenchidos lentamente, mas pouca gente mostrava pressa em chegar ao seu lugar para assistir às coreografias no gramado. Depois do primeiro segmento, cujas coreografias simbolizavam as belezas naturais do país, a segunda parte da festa representou a diversidade da população brasileira, com danças e canções de várias regiões do país, misturando gaúchos de bombachas e baianas com capoeiristas no gramado. A terceira e última parte da festa de abertura tratou do futebol, com meninos e meninas fazendo movimentos coordenados com pequenas bolas brancas e a entrada da bandeira brasileira no campo.

No último ato, a bola iluminada colocada no centro do gramado se abriu para revelar os três intérpretes da música oficial da Copa, We Are One: a brasileira Claudia Leitte, a americana Jennifer Lopez e o rapper Pitbull, também americano. J-Lo, num curtíssimo vestido verde, se arriscou a dançar como a companheira de palco: rebolou e até sambou. Quando a festa foi concluída, as cadeiras do Itaquerão já estavam quase totalmente ocupadas – e depois de uma nova mensagem nos alto-falantes, pedindo aplausos aos trabalhadores que ergueram ou reformaram os doze estádios do Mundial, o público iniciou um novo coro, desta vez com um xingamento à Fifa e a presidente Dilma Rousseff, presente nas tribunas.

(em veja.com)

 

História em Imagens

Dilma tentou ser ignorada. Escondida no Itaquerão, foi lembrada aos berros pela torcida que trata como um bando de otários

A presidente Dilma Rousseff fez o possível para ser ignorada pela multidão presente ao jogo de abertura da Copa do Mundo. Não teve o nome citado pelo serviço de som, não fez uma única declaração e se refugiou na tribuna de honra. Mas o povo resolveu lembrar-se de Dilma.

vídeo divulgado pelo Instagram de Veja SP mostra que a presidente tinha sonoros motivos para tentar ser esquecida.

(por Augusto Nunes)

 

PM de SP contém vagabundos disfarçados de black blocs ou black blocs disfarçados de vagabundos, tanto faz…

E vagabundos disfarçados de black blocs — fossem black blocs disfarçados de vagabundos, daria na mesma — tentaram fechar a Radial Leste, via de acesso ao Itaquerão. Chegaram a obstruí-la por algum tempo, mas a tropa de choque da Polícia Militar entrou em ação e impediu a ação da bandidagem mascarada.

Metroviários fizeram um protesto próximo à sede do seu sindicato e, ora vejam, os mascarados, para todos os efeitos, “se infiltraram” na manifestação, conforme noticia parte da imprensa. Deve ser a primeira vez na história que, à luz do dia, dezenas de mascarados vão chegando a um protesto sem que ninguém perceba. É preciso dizer a verdade aos leitores, não é? Não se tratava de infiltração, mas de parceria. Não é a primeira vez que essa canalha promove ações conjuntas com a extrema esquerda. No Rio, os parceiros preferenciais são do PSOL. Em São Paulo, pelo visto, eles podem se juntar ao PSTU, que manda no Sindicato dos Metroviários.

O “Grande Ato 12 de Junho Não Vai ter Copa” foi organizado por seis autointitulados “coletivos”. Pelo menos quatro jornalistas ficaram feridos: uma repórter da rede americana CNN, uma produtora da emissora, um assistente de câmera do SBT e um fotógrafo da Associated Press. Cumpre destacar desde logo, antes que comece o chororô corporativo, que bombas de gás ou de efeito moral não costumam distinguir jornalistas de não-jornalistas. À Polícia Militar cabe a difícil tarefa de conter gente que vai para o tudo ou nada. Repórteres, infelizmente, correm risco em coberturas assim — no Brasil ou em qualquer lugar do mundo.

No fim da contas, constata-se: enquanto a presidente Dilma Rousseff e Gilberto Carvalho passam, na prática, a mão na cabeça de baderneiros, sobra para a Polícia Militar — e para o governo de São Paulo — a responsabilidade de manter a ordem, o direito de ir e vir e as demais garantias constitucionais.

Enquanto o pau comia,  Dilma estava hospedada num hotel em Guarulhos. Almoçou com autoridades e chefes de Estado e seguiu para o Itaquerão às 14h10, acompanhada do governador Geraldo Alckmin e do prefeito da Capital, Fernando Haddad. Indagada se arriscava algum placar, deu uma resposta densa: “Estou em concentração, gente. Concentremo-nos”.

Por Reinaldo Azevedo

 

Televisão

20 pontos em quatro anos

Divisão da audiência

Divisão da audiência

A Copa é um bom exemplo para mostrar a queda de audiência da TV aberta. A Globo, na recém terminada partida Brasil X Croácia, registrou 35 pontos de audiência, de acordo com dados prévios do Ibope para a Grande São Paulo. A Band, que também exibiu o jogo, cravou oito pontos.

Há quatro anos, na estreia do Brasil na Copa da África do Sul, a Globo cravou 45 pontos e a Band, onze pontos. Uma queda de vinte pontos percentuais de uma Copa para outra.

Já àquela altura, a audiência da TV aberta estava sendo dividida com a TV paga. Agora, essa migração acentuou-se. Em 2010, dez milhões de residências possuíam TV paga; agora, são 18,5 milhões de domicílios.

Se a comparação for com a Copa de 2002 e 2006, a diferença chega a ser constrangedora: ali, a Globo alcançou 64 pontos e 65 pontos de audiência, respectivamente. Em 2014, pouco mais da metade disso.

Por Lauro Jardim

 

Brasil

Problemas de conexão

Arquibancada desconectada

Arquibancada desconectada

Grande parte da torcida brasileira suou para conseguir acessar a internet no Itaquerão. Nem a turma do poder teve moleza. A rede wi-fi da FIFA, instalada na sala Vip da área reservada às autoridades, também não pegou.

Por Lauro Jardim

 

Futebol

Encrenca vip

ingressos

Prometido, não cumprido

Não são poucos os casos de clientes mais do que vips que pagaram fortunas por um pacote para assistir aos jogos do Brasil  na Copa e não receberam os bilhetes para os locais acertados em contratos. Ficarão em locais piores, claro.

Teve empresa que pagou 1 milhão de reais para o espaço Match Pavillion, administrados pela Match, empresa suíça que tem a exclusividade da venda de pacotes vips.  Pagou caro, mas achou que valia a pena.

Mas agora percebeu que seus convidados ficaram atrás dos gols, e não em lugares mais centrais dos estádios, e não tiveram direito a estacionamento como o contratado – e, pelo visto, ficarão nos próximos jogos. Isso ainda acaba na Justiça.

Por Lauro Jardim 

 

Brasil

Padrão Fifa, Blatter

Onde Blatter rodou...

Onde Blatter rodou…

Joseph Blatter experimentou hoje, em São Paulo, a dura vida de quem não tem poder algum. Blatter e sua comitiva foram barrados, agora há pouco, na entrada da área reservada às autoridades do Itaquerão.

A turma não apresentou o cartão de acesso às cadeiras dos super vips e foi impedida de entrar pelos seguranças. O constrangimento durou cinco minutos, tempo em que Blatter ficou esperando na porta, até que um de seus assessores trouxesse as credenciais.

Cumprido o ritual do cara crachá, Blatter e a comitiva foram autorizadas a retomar a vida de privilegiados.

Por Lauro Jardim

 

CulturaDemocraciaPolítica

Só queremos o “hexa”, não o “pão & circo”

Em sua coluna de hoje no GLOBO, Carlos Alberto Sardenberg vai direto ao ponto: queremos o “hexa”, mas não queremos politicagem. O colunista cita a empolgação inicial das autoridades com o evento, sonhando em tirar proveito político dele, algo que não será mais possível:

E ficamos assim: a celebração em campo é muito provável; é possível até que que a gente ganhe uma final da Argentina, suprema felicidade; mas o projeto de celebração política do governo Dilma/Lula foi perdido.

A presidente está na defensiva diante das críticas que surgem aqui e lá fora ao processo de organização. Está tão na defensiva que precisou apelar para um patriotismo sem sentido. Críticas são consideradas ataques ao Brasil. E a esses “inimigos” Dilma atribui o desejo de ver catástrofes.

[...]

Também é sintomática a reação da militância Dilma/Lula. Se é óbvio que muita coisa não ficou pronta, o pessoal responde: E daí? O importante é que vai ter jogo. Diante do fato de que já ocorre espera longa em aeroportos, o pessoal responde: também há demora nos desembarques em Miami…

Quer dizer, se é tudo meia-boca, estão reclamando de quê, seus…?

Mas dá para entender a bronca de Dilma e de Lula. Tanto esforço e, na hora, nem podem fazer uma bela celebração nos estádios?

Tudo considerado, não vamos cair no extremo oposto. Tem muita coisa que não saiu bem, mas queremos mesmo é ganhar a Copa. Melhor ainda: com um golaço de Messi, superado por dois espetaculares de Neymar, que tal?

Sardenberg gosta de fortes emoções. Mas concordo com sua análise: a reação do PT demonstra que o tiro saiu pela culatra. Um governo que sequer poderá dar as caras no estádio hoje, discursar, é um governo acuado, com medo. Isso é muito bom. Isso é prova de que há algum amadurecimento e que o povo quer torcer, mas não quer aturar políticos oportunistas tentando lucrar com isso.

Merval Pereira é da mesma opinião, e usou sua coluna de hoje para deixar clara a separação entre futebol e política:

Fora os vândalos, que se perderam na ameaça de “não vai ter Copa”, e os aproveitadores sindicais, que se utilizam do momento para chamarem a atenção para suas reivindicações sem pensar no coletivo, não há quem não saiba separar os jogos das jogadas políticas como a da presidente Dilma – que utilizou um instrumento de comunicação do Estado para defender seu governo das críticas, como se a maioria que vê abusos e desarranjos na organização da Copa possa ser classificada apenas de “pessimistas”.

A tentativa de “transformar em motivo de orgulho nacional obras inacabadas, gastos superfaturados e a absoluta falta de capacidade de gestão deste governo”, como disse em nota oficial o PSDB, deve ter se transformado em um tiro no próprio pé, pois é difícil acreditar que a “bronca” da presidente nos “pessimistas” os faça mudar de opinião.

Da mesma maneira que Joseph Blatter tentou calar as vaias no estádio de Brasília na Copa das Confederações dando uma lição de educação aos torcedores, a presidente na noite de terça-feira tentou convencer a população de que não há motivos para desencantos.

Não entenderam até agora que, em vez do folclórico e dócil povo brasileiro que se encantaria com a magia da Copa do Mundo, há uma sociedade inquieta em busca de um futuro que não se resuma a pão e circo.

Claro que ainda há o risco de, embriagados pela eventual vitória da seleção, muitos brasileiros misturarem as coisas depois. É com base nesse receio que muita gente boa não quer torcer. Compreensível. Mas como já disse antes, não compro a tese. Acho que se o PT tentar tirar casquinha disso, haverá muita revolta.

É a opinião também de Ronaldo Helal, em artigo publicado no mesmo jornal. Mencionando as manifestações de junho, que demonstraram a insatisfação popular com a política, ele argumenta que algo ali mudou:

Além disso, elas geraram também alguns questionamentos sobre a relação do brasileiro com a seleção e a política. Um deles dava a entender que quem gosta de futebol e torce pela seleção seria um alienado político, um sujeito contra as manifestações. Ora, este é um raciocínio frágil, simplista e maniqueísta, que não se sustenta após uma análise mais criteriosa. Uma coisa não exclui a outra. Pode-se gostar de futebol e também da seleção e ainda assim protestar democraticamente contra a corrupção, o excesso de gastos públicos com a organização da Copa e coisas do gênero.

No entanto, este raciocínio parece ter inibido uma maioria que não se percebe como tal e, portanto, se sente envergonhada de externar seu interesse pela seleção e pela Copa no país. O sujeito quer dar um basta na corrupção, critica os excessos de gastos para a construção de estádios, reclama da situação da saúde e da educação pública no país, mas ao mesmo tempo quer torcer pela seleção e colocar a bandeira do Brasil na janela. Não o faz porque receia a crítica do vizinho.

No momento em que a maioria silenciosa se perceber como maioria, o entusiasmo deve voltar. Apesar de que não será mais com o ufanismo de antigamente. Neste sentido, o Brasil mudou, e para melhor. Os quase 30 anos de regime democrático proporcionaram certo amadurecimento político da população. A seleção ainda pode ser vista como a pátria de chuteiras em períodos de Copa do Mundo, mas o sentido simbólico deste epíteto não tem mais a força que tinha no passado.

Espero que sim, e estou disposto a pagar para ver, pois, como já expliquei, se não pudermos mais torcer pela nossa seleção por causa do PT, então o PT já venceu definitivamente e derrotou o Brasil. Vamos apostar nesse amadurecimento. Queremos o “hexa”, com gols de Neymar. Mas não aceitamos mais o “pão & circo”.

Rodrigo Constantino

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3 comentários

  • Frank Scanavachi Guapé - MG

    Essa abertura da Copa a meu ver deixou muito a desejar. Passamos vergonha com essa abertura de copa de quinto mundo.

    Gastaram bilhões com estádios super faturados e não sobrou nada e nem tempo para se fazer uma abertura descente.. O Brasil rico e miserável!!

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  • Frank Scanavachi Guapé - MG

    ... esta dificilmente será a copa das copas, mesmo o brasil sendo vitorioso. Não vemos a alegria no olhos dos brasileiros. Se não fosse o atropelamento de dilma e lula essa copa não seria agora e sim num futuro melhor onde todos estivessem contentes num país sem corrupção, seguro e rumo ao primeiro mundo!!!

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  • Edison tarcisio holz Terra Roxa - PR

    a seleção não é do pt mas do brasil fora dilma!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!11

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