Boi MT: Valorizações pressionam frigoríficos do estado, mas demanda por cortes dianteiros freia preços
O equivalente físico é a diferença entre o preço pago pela indústria ao bovinocultor de corte e os preços de venda dos principais cortes com osso no atacado (traseiro, dianteiro e ponta de agulha). Assim, em abril/14 a média de preço do boi gordo pago aos bovinocultores de corte foi de R$ 111,70/@, enquanto o equivalente físico foi de R$ 101,68/@, ou seja, uma diferença de 8,96% entre o que é vendido e o que é pago pela indústria. Um resultado como esse não é novidade, já que em praticamente todo o acompanhamento do Imea a indústria que vende carne com osso paga mais na matéria-prima quando se compara com o equivalente físico. A novidade conjuntural de abril/14 foram as variações dos preços dos cortes com osso, em que o traseiro, com uma demanda mais baixa, se desvalorizou e, por outro lado, os cortes da ponta de agulha e do dianteiro, com uma demanda mais alta, se valorizaram. Portanto, as valorizações do boi gordo pressionaram as indústrias frigoríficas estaduais, porém a demanda maior pelos cortes do dianteiro e ponta de agulha freou o aumento entre o que se paga ao bovinocultor de corte e o que se vende ao varejo pelas indústrias.
Leia o boletim na íntegra no site do Imea
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