Com dificuldade de preencher escalas, JBS inicia semana pagando mais em algumas regiões

Publicado em 29/05/2017 10:01 e atualizado em 29/05/2017 10:56
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Miguel Reale Jr. defende Janot e avisa que ‘caso Joesley’ ainda está longe do final (no ESTADÃO)

Além da tradicional lentidão dos negócios na segunda-feira, a semana inicia com compradores e vendedores retraídos, seguindo comportamento dos últimos dias. Mas, a JBS que esteve até a última semana com postura de pressionar os preços, já se vê obrigada a pagar mais para completar suas escalas.

Segundo analistas, não há razão, neste momento, para que as indústrias intensifiquem suas compras. A preocupação dos produtores em entregar para a JBS favoreceu o alongamento das escalas dos concorrentes que, na maioria dos casos, já tem programação completa até 5 a 7 de junho.

Ao contrário dos demais, a JBS só fez suas escalas encurtarem nos últimos dias. A postura de só comprar no prazo deixou os produtores temerosos com a possibilidade de calote. Pecuaristas que já tinham animais programados entraram com pedido para retirar da escala.

De acordo com o analista, José Vicente Ferraz, da Informa Economics FNP, no levantamento mais recente - realizado na semana passada -, as escalas de abate da JBS atendiam em média até 30 de maio. Somado a isso, os estoques das câmaras frias garantiriam abastecimento até 3 de junho.

Em algumas regiões estratégicas, já há relatos da empresa ofertando acima da referência para adquirir animais. "O cenário não é generalizado, mas isso já ocorre em algumas regiões pela necessidade de recompor estoque", diz o consultor, Gustavo Aguiar, da Scot Consultoria.

Em São Paulo, alguns player chegaram a relatar oferta da JBS de até R$ 1/@ acima da semana passada, saindo dos R$ 138/@ para R$ 139/@ [sem desconto do Funrural]. Na média dos outros frigoríficos, as ofertas giram em torno de R$ 135/@ à vista, que livre de imposto significa R$ 132/@.

"Mas, pela conjuntura de escalas médias e as informações de que a JBS continua com a postura de compra com 30 dias, a expectativa é de que a semana ainda seja de continuidade na pressão de baixa", acrescenta Aguiar.

Na ponta da cadeia, os produtores apostam nas boas condições da pastagem como estratégia de impulsionar os preços. De acordo com produtores, ainda é possível manter os animais no pasto por pelo menos 30 dias.

Até lá, os pecuaristas esperam que o cenário de preços fique mais atrativo, especialmente, com a JBS sendo obrigada a pagar à vista para fechar negócio.

Desde a divulgação da delação dos irmãos Batista, os preços do boi gordo cederam 3,3% em oito dias, considerando a referência em Araçatuba (SP).

Preocupação financeira

Na verdade a JBS - que até aqui, controlou a pecuária nacional - está tentando a qualquer custo manter suas margens positivas para garantir o pagamento da multa estipulada no acordo de leniência.

Neste final de semana, a força-tarefa da Operação Greenfield, apresentou ao grupo J&F - controlador do JBS -, novo valor para a multa referente ao acordo de leniência, de 10,994 bilhões de reais, ligeiramente abaixo dos 11,2 bilhões de reais propostos até então.

Esse valor, segundo o Ministério Público Federal (MPF), representa 6% do faturamento das empresas do grupo no ano passado e deve ser pago em prestações semestrais ao longo de 13 anos, com início em dezembro de 2017.

O Grupo vem sendo investigado em cinco frentes: Lava Jato, operações Bullish, Greenfield, Carne Fraca e Cui bono, que apuram supostos crimes de pagamento de propina, desvio de recursos e fraudes na liberação de recursos públicos, entre outros delitos.

Joesley teme ser preso por crimes que não foram contemplados em delação (por MONICA BÉRGAMO, na FOLHA)

  Folhapress  
NOVA YORK, NY, EUA, 24-05-2017: Jose Batista Junior, irmao dos empresarios Joesley e Wesley Batista, chega ao edificio onde Joesley tem apartamento em Manhattan. Foto:Folhapress ****EXCLUSIVO FOLHA NAO UTILIZAR SEM AUTORIZACAO DO EDITOR****
José Batista Junior chega ao edifício onde seu irmão, Joesley, tem apartamento em Manhattan

A JBS passou a trabalhar com uma possibilidade que amedronta o empresário Joesley Batista : a de ele ser condenado e preso por outras ações, diversas das que envolvem a corrupção revelada em sua delação premiada.

CORRE-CORRE
Há a percepção de que juízes de diferentes locais do país que cuidam de processos em outras áreas, como a ambiental, iniciaram uma corrida para condená-lo.

EXEMPLO
Nos Estados Unidos, Al Capone, denunciado em vários crimes, acabou preso por sonegação de impostos e morreu na prisão de Alcatraz. Algo parecido poderia ocorrer no Brasil com Joesley, que recebeu perdão judicial pelos crimes de corrupção.

A SEUS PÉS
Os benefícios concedidos a Joesley pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no âmbito da delação premiada, causaram perplexidade em setores do Judiciário e até mesmo no STF (Supremo Tribunal Federal), onde as medidas, num primeiro momento, foram homologadas por um dos ministros, Edson Fachin.

Miguel Reale Jr. defende Janot e avisa que ‘caso Joesley’ ainda está longe do final

(BLOG DE SONIA RACY, NO ESTADÃO)

Material entregue pelo delator da JBS
é valioso, diz Miguel Reale Jr., para quem o ‘argumento
moral’ contra Joesley Batista ainda pode
pesar nas decisões mais à frente, no inquérito

O jurista Miguel Reale Jr. tem vivido dias agitados. De um lado, acompanha os solavancos do debate político e jurídico em que mergulhou recentemente a vida pública brasileira. De outro, além do trabalho diário no escritório, e como titular de direito penal da Faculdade de Direito da USP, finalizou as 1.100 páginas do livro Código Penal Comentado, que lança amanhã na Livraria da Vila da Alameda Lorena, em São Paulo.

“O que há é muita especulação”, diz ele sobre o vendaval que se abateu sobre o mundo político. Por exemplo, a decisão do procurador-geral Rodrigo Janot de liberar o empresário Joesley Batista, da JBS, após a delação contra o presidente Michel Temer. “O Janot agiu dentro das normas legais”, afirma o jurista, “ainda que persistam questões de ordem moral e que o benefício pareça desproporcional”. Sobre o julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE, que começa dia 6: “O caso não terá uma solução rápida, como muitos imaginam”. E, por fim, uma advertência. “Não há espaço constitucional, nem mesmo com a minirreforma de 2015”, para se implantar eleição direta de um eventual sucessor de Temer, afirma nesta entrevista a Gabriel Manzano.

A seguir, principais trechos da entrevista.

Semana que vem, o TSE julga a chapa Dilma-Temer. O que acha que vai acontecer?
Se a chapa for cassada, tudo indica que Temer recorrerá ao STF. Este indicará um relator, que enfrentará um processo de 7.000 páginas, sem prazo obrigatório para dar seu parecer. Se Temer for afastado, Rodrigo Maia assume, mas não pode convocar eleição indireta de imediato. Ele tem de esperar a sentença final sobre o presidente. Ou então que ele renuncie.

A urgência não poderia levar o STF a ser rápido?
Se fizer isso, ele será acusado de fazer parte de um conluio para tirar Temer. Imagino que dificilmente o fariam.Tem gente apostando que o STF aprova a minirreforma de 2015, que reduz de 2 anos para 6 meses o prazo para o Congresso fazer eleição indireta. Antes disso – ou seja, agora –, a saída seria ainda convocar as diretas. Está claro naquele texto que tal recurso não se aplica a presidente da República. Só daí para baixo, que é o que está acontecendo agora com o governador e o vice do Amazonas.

Há uma indignação geral contra o procurador Rodrigo Janot, e contra o ministro Edson Fachin, do STF, por terem legitimado o acordo que liberou de qualquer punição o delator de Temer, Joesley Batista, e o autorizou a deixar o País. Foi um equívoco?
Janot agiu dentro das normas legais. A lei 12.850, que trata do crime organizado, atribui ao procurador a função de avaliar a importância e utilidade das denúncias feitas no interesse da sociedade. Cabe lembrar que o material entregue pela JBS é de grande valia para futuras investigações. O MP pode, assim, abrir mão de denunciar. Mas veja, é um benefício condicional. As denúncias vão ao Judiciário e um juiz pode, ao final, examinar se a colaboração foi proporcional ao benefício dado. A última palavra é do juiz.

O ministro Fachin homologou...
O ministro fez um exame superficial. Ainda cabe, lá na frente, depois do processo contra os delatados, o juiz do caso fazer nova apreciação.

Até lá, os donos da JBS já estarão longe, livres e tocando seus negócios pelo mundo…
O dilema do Janot era que, se não fizesse o acordo, as provas não surgiriam. E elas existem, muitas, envolvendo dois ex-presidentes (Lula e Dilma), um presidente (Temer), um importante presidenciável (Aécio), vários governadores, vários senadores e cerca de 2.000 políticos pelo País inteiro. Mais quilos de documentos, e-mails, um prato pronto de movimentações bancárias. Cabe também ressaltar que Joesley Batista, pessoalmente, sairia impune da mesma forma — nesse episódio específico ele é apenas o delator da história, não o delatado. A lei dá ao procurador competência para decidir o que acha melhor para o País.

O diálogo dele com Temer, em que menciona uma sequência de comportamentos irregulares, não deveria pesar no caso?
Primeiro, ele e a JBS estão sofrendo uma enorme multa pecuniária, ainda em negociação. A PGR quer R$ 11 bilhões, eles aceitam dar R$ 8 bi. E convém que fique claro: outras transgressões por eles praticadas estão sujeitas à lei. A Comissão de Valores Imobiliários, por exemplo, está avaliando a movimentação financeira que fizeram logo após o acordo e a conversa com Temer. Sair do Brasil não significa estar livre da lei brasileira. Henrique Pizzolato que o diga. Foi esconder-se na Itália e agora está preso no Brasil.

Como avalia a conversa entre Temer e Joesley no Jaburu?
O conjunto da obra é todo muito negativo. Um presidente da República receber à noite, escondido, um empresário envolvido em duas operações sendo apuradas, com bens bloqueados, chegando com o nome falso… e a primeira pergunta do presidente é: “Te viram?” Alguém que em seguida, na TV, ele chama da falastrão? E dizendo que o recebeu para falar da operação Carne Fraca – que só aconteceria dez dias depois, no dia 17 de março?

Já se alegou que ele estava “educadamente ouvindo” e esperando a visita ir embora. Ele pode ter caído numa armadilha?
Partilhando de algo inaceitável para um presidente? Ouvindo o interlocutor dizer “comprei um procurador por 50 mil por mês”, sem reagir? O que se esperaria do presidente da França? Por que temos de aceitar isso do presidente do Brasil?

Se o STF reavaliar e anular a homologação, não estará desautorizando e enfraquecendo a PGR em futuras leniências?
A atual legislação já estabelece que o reexame pode ocorrer.

Há muitas variáveis políticas e jurídicas no cenário atual. O que imagina que pode acontecer?
Temos um quadro complicado. O Congresso pode ter em breve um poder gigantesco, o de escolher novo presidente. E grande maioria, nas duas Casas, pensa de manhã, à tarde e à noite em acabar com a Lava Jato. Querem alguém que enquadre a polícia e os investigadores. E, de quebra, que pare com as reformas. Por outro lado, hoje a política não se faz só na praça dos Três Poderes. Se faz na Avenida Paulista, na Cinelândia, na Boa Viagem. E a Justiça está onipresente. Os cidadãos sabem os nomes dos 11 ministros do Supremo e não sabem os onze da seleção de futebol. Ou seja, é uma nova situação, na qual o povo nas ruas tem um papel que não tinha antes.

Acha que Temer tem força para reverter esse jogo?
Temer tem uma visão brasiliense do País. Três vezes presidente da Câmara, estava sempre de costas para a nação. Eu tive oportunidade de lhe dizer várias vezes, pessoalmente, que falasse mais a palavra “trabalhador”, a palavra “jovem”. Tinha de ir pessoalmente à TV explicar , de forma didática, o sentido e a razão das reformas. Raramente se ocupou disso. Acha que basta ganhar no Congresso.

Acha necessário, no momento, mexer-se na Constituição?
Não vejo sentido em uma Constituinte exclusiva. Vão querer reavaliar tudo de novo, alterar a ordem econômica. Imagine a insegurança que isso iria criar. Mas acho que faz sentido, sim, discutir e aprovar algumas PECs. Especialmente a da reforma política, já alterando para 2018 a cláusula de barreira, as coligações partidárias e o financiamento de campanha. E a trabalhista, para ressuscitar os empregos. Não acho a da Previdência urgente, embora indispensável. Seus efeitos são no longo prazo, oito ou dez anos. Esperar um ano mais não é mortal.

A JBS e as artimanhas fiscais, por MATHIAS ALENCATRO, na FOLHA

O espetáculo da delação e subsequente deserção da JBS, que trocou a confissão de uma multitude de crimes pelo direito de transferir a sede para fora do país, causou indignação entre os brasileiros. E colocou em cima da mesa um tema quase tabu: a otimização fiscal, modalidade olímpica das multinacionais.

Perfeitamente legal, e por isso diferente da sonegação fiscal, a otimização fiscal é engrenagem essencial da máquina financeira moderna. A rota de fuga traçada pelos irmãos Batista, por exemplo, é de uma banalidade desoladora.

Com a abertura da holding na Holanda, a JBS se tornará vizinha de centenas de multinacionais que se instalaram por lá em busca de blindagem legal e institucional.

À imagem da Irlanda e de Luxemburgo, outros suspeitos de costume, o país oferece uma rede grande e confiável de acordos de dupla tributação. É mais vantajoso investir no Brasil através da Holanda do que de um parceiro privilegiado como Portugal.

Os defensores da otimização fiscal veem nela um "mal necessário" da economia globalizada. Os críticos denunciam uma prática perversa e pérfida, além de ser profundamente antipatriótica

Numa tentativa de resgatar a credibilidade da União Europeia nessa questão, Emmanuel Macron, em sua primeira entrevista coletiva com Angela Merkel, designou a harmonização fiscal dentro do espaço europeu como prioridade do seu governo.

Uma ameaça pouco velada ao Reino Unido, que planeja tirar proveito da disparidade existente na União Europeia para reduzir seus encargos tributários e assegurar o estatuto de praça financeira de Londres depois do "brexit".

Porém os governos que se insurgem regularmente contra a otimização fiscal também são os guardiões desse sistema.

Antes de assumir a presidência da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, interlocutor-chave de Merkel e Macron, conduziu enquanto premiê a transformação de Luxemburgo em centro de lavagem de dinheiro.

O pacato país de 500 mil habitantes, que tributa uma porcentagem ínfima dos dividendos, tem o maior volume de investimento externo da União Europeia.

Sem uma ação coordenada das autoridades da UE, os países-membros estão condenados a sacrificar a arrecadação tributária no altar da competitividade fiscal. Nessa corrida rumo ao abismo, quem ganha são as empresas, e quem perde são os Estados, da Europa e do mundo. As artimanhas fiscais, legais e ilegais, custam cerca de US$ 50 bilhões por ano aos países africanos, o equivalente do que recebem em ajuda e investimento externo.

Diante dessa constatação de impotência frente à manobra da JBS, resta a resistência cívica. O "tax shaming", movimento que revela e divulga as manobras fiscais das multinacionais, deixou os mastodontes GAFA –Google, Amazon e Facebook– numa saia justa.

Incapazes de obrigar todos os empresários a pagar impostos onde produzem lucros, os cidadãos podem, pelo menos, através de manifestações públicas, sinalizar que tais práticas não passarão mais despercebidas e não serão esquecidas.

  Taba Benedicto/Folhapress  
SAO PAULO, SP, BRASIL, 01-07-2016, 12h20: Viaturas da Polícia Federal deixam a sede da empresa JBS, em São Paulo, no fim da manhã desta sexta-feira (01). Movimentação na portaria na sede da JBS (empresa Eldorado que é o alvo) em SP onde Policiais Federais realizam investigação em nova fase da operação Lava Jato. (Foto: Taba Benedicto/Folhapress, COTIDIANO)***EXCLUSIVO FOLHA****
Carro da Polícia Federal deixa a sede da empresa JBS em SP em julho do ano passado
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Por: Larissa Albuquerque
Fonte: Notícias Agrícolas

1 comentário

  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

    ...se eu, Dalzir, mentir para justificar algo minha credibildade vai a zero..no brasil advogados sabem que o cara é ladrão ou bandido ou estão mentindo chaman de contraditorio ora o que importa é VERDADE VERDADEIRA..e nao mentira que é mentira que em nome do contraditorio vira verdadeira..isto se chama enrolação..ja imaginaram se um medico em nome do contraditorio mente e dá estricnina a um paciente..o cara morre a reputação do medico vai onde..mas o advogado sabe que o cara matou e arruma mentiras para provar que não...que nome damos a isto..

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    • CARLOS WILLIAM NASCIMENTOCAMPO MOURÃO - PR

      Com que moral a OAB pede impedimento de um presidente? Quem já sofreu um processo trabalhista sabe bem como funciona a ética dos advogados.

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    • CARLO MELONISAO PAULO - SP

      Isso mesmo !!! a OAB deveria em primeiro lugar moralizar o comportamento dos advogados que por dinheiro vendem a alma.

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    • JOÃO ALVES DA FONSECAPARACATU - MG

      Ou eu estou muito enganado ou a inteligência brasileira está na lona,explico: Sabemos que o Presidente Temer não é santo , assim como o Aécio está mais pra capeta que prá santo ,mas o que aconteceu no País foi uma jogada de gangster que inclui um mafioso chamado Batista,um capo chamado Lula e alguns amarra cachorro do ministério público ,da PF,respaldado por um juiz do STF que todos sabem suas convicções basistas,juntando todos armaram uma casa de caboclo e jogaram às feras o presidente,seus asseclas e o segundo candidato mais votado na última campanha,tirando da boca do Leão o CAPO,bem perto do momento que ele seria devorado...Alguém tem visto,ouvido ou falado de Lula,Odebrecth,Marqueteiros ou de reformas que poderiam mexer em privilégios de setor público?...No meu entender todo corrupto,safado e mentiroso deveria apodrecer na cadeia,independente de ser político,empresário,ongueiro,jornalista sindicalista,lobista,advogado,promotor ou juiz

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    • JOÃO ALVES DA FONSECAPARACATU - MG

      Não tenho nem quero ter bandido de estimação

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    • EDMILSON JOSE ZABOTTPALOTINA - PR

      A OAB , deveria se manifestar enquanto as coisas vão acontecendo ,e se manifestar é auxiliar as entidades que tem colocado a cara p bater . Querer agora entrar com pedido de afastamento do Temer é demagogia , coisa de quem é frio , calculista e com o único interesse em que a coisa pegue fogo pois eles terão serviço p todos . Cambada de sangue suas .

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