Café: Principais contratos seguem registrando baixas em Nova York

Os preços do mercado futuro do café arábica segue registrando baixas na Bolsa de Nova York (ICE Future US) na sessão desta sexta-feira (24). Por volta de 12h06 (horário de Brasília), os principais contratos tinham baixas de mais de 200 pontos.
Março/20 desvalorizava 225 pontos, negociado por 110,35 cents/lbp, maio/20 registrava baixa de 230 pontos, valendo 112,50 cents/lbp, julho/20 recuava 205 pontos, cotado a 115 cents/lbp e setembro/20 era negociado por 117,05 cents/lbp, com desvalorização de 210 pontos.
Os contratos futuros voltam a registrar quedas após encerrar a última sessão com altas de mais de 100 pontos em Nova York. No Brasil, o mercado interno também registrou variações nas principais praças produtoras. Confira:
O tipo 6 duro registrou alta de 1,01%, cotado a R$ 500 em Guaxupé/MG. Patrocínio/MG teve alta de 1,04%, valendo R$ 485,00. Já em Poços de Caldas/MG foi registrada baixa de 0,63%, cotado a R$ 472,00. Araguarí/MG manteve a estabilidade por R$ 490,00, assim como Varginha/MG que manteve o valor de R$ 500,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 0,93% em Guaxupé/MG, cotado a R$ 540,00. Patrocínio/MG teve alta de 0,94%, valendo R$ 535,00. Em Poços de Caldas/MG foi registrada queda de 0,37%, estabelecendo os preços por R$ 538,00. Varginha/MG manteve a estabilidade por R$ 515,00.
O tipo 4/5 registrou alta de 3,03% em Franca/SP, cotado a R$ 510,00. Poços de Caldas/MG registrou baixa de 0,62%, valendo R$ 482,00. Varginha/MG manteve a estabilidade por R$ 505,00.
Veja como fechou o mercado na última quinta-feira (24):
0 comentário
Café fecha em alta com atenção à qualidade da safra e ao clima nos países produtores
Café abre em alta com mercado acompanhando colheita e qualidade da safra brasileira
Colheita de café atinge 12% nas áreas da Cooxupé, menor índice desde 2022
Café/Cepea: Colheita começa a ganhar ritmo no Brasil
Café fecha em queda nas bolsas, mas estoques apertados e riscos climáticos seguem no radar do mercado
Café: Mercado ignora estoques apertados e aposta na safra brasileira para derrubar preços, diz Eduardo Carvalhaes