Café tem mais um dia de valorização com suporte na quebra das principais origens produtoras

Publicado em 12/01/2022 16:40 857 exibições
Conilon e mercado físico também avançaram nesta 4ª feira

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O mercado futuro do café arábica encerrou as cotações desta quarta-feira (12) com valorização para os principais contratos. O café arábica avançou mais de 1% no exterior, ainda com suporte na quebra de oferta global do grão que segue preocupando o setor cafeeiro nas principais origens produtoras de café. 

Março/22 teve alta de 380 pontos, valendo 240,85 cents/lbp, maio/22 teve alta de 365 pontos, negociado por 240,65, julho/22 teve valorização de 335 pontos, negociado por 239,75 cents/lbp e setembro/22 teve alta de 310 pontos, cotado por 238,80 cents/lbp. 

"A oferta reduzida de arábica, juntamente com a valorização do real brasileiro, está apoiando os ganhos do café arábica hoje", destacou a análise do site internacional Barchat. No Brasil, a Emater-MG divulgou que a safra de 2022 não deve ultrapassar os números de 2021, de 31.42 milhões de sacas. É importante destacar que antes da seca prolongada e das geadas, a produção do Brasil era estimada em uma super safra neste ano. 

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+ Antes estimada em uma super produção, safra 22 de café arábica não deve ultrapassar nem os números de 2021

 

A Federação Nacional dos Cafeicultores (FNC) divulgou nesta quarta-feira recuo de 21% na produção de café no mês de dezembro. No acumulado anual de 2021 foi registrado recuo de 9% em comparação com 2020. A redução na produção colombiana aumenta ainda mais a preocupção do setor cafeeiro. 

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+ Colômbia tem queda de 21% na produção de arábica em dezembro; recuo anual foi de 9% em 2021

Na Bolsa de Londres, os contratos do conilon também encerraram o dia com valorização. Março/22 teve alta de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 2282, maio/22 teve valorização de US$ 17 por tonelada, cotado por US$ 2233, julho/22 teve alta de US$ 17 por tonelada, valendo US$ 2221 e setembro/22 encerrou com valorização de US4 17 por tonelada, valendo US$ 2216. 

No Brasil, o mercado interno acompanhou e encerrou com valorização nas principais praças de comercialização do país. 

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.510,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,38%, valendo R$ 1.470,00, Araguarí/MG teve alta de 1,35%, negociado por R$ 1.500,00, Varginha/MG teve alta de 0,66%, valendo R$ 1.530,00, Campos Gerais/MG teve alta de 1,34%, valendo R$ 1.518,00 e Franca/SP teve valorização de 1,97%, valendo R$ 1.550,00. 

O tipo cereja descascado teve alta de 0,95% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.600,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 1,30%, valendo R$ 1.560,00, Varginha/MG registrou alta de 1,91%, valendo R$ 1.600,00 e Campos Gerais/MG encerrou com valorização de 1,28%, valendo R$ 1.578,00.  

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Por:
Virgínia Alves
Fonte:
Notícias Agrícolas

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