Café: Preços recuam, mas preocupação com onda de frio continuar no radar
![]()
O mercado futuro do café arábica teve um dia de ajustes nos preços depois de avançar de forma expressiva e com preocupação com o frio que pode atingir as lavouras do Brasil no próximo final de semana.
Setembro/24 teve queda de 100 pontos, negociado por 245,30 cents/lbp, dezembro/24 teve baixa de 265 pontos, negociado por 239,35 cents/lbp, março/25 teve queda de 340 pontos, valendo 235,30 cents/lbp e maio/25 teve desvalorização de 360 pontos, cotado por 232,40 cents/lbp.
Em Londres, o tipo robusta teve queda de US$ 45 por tonelada, negociado por US$ 4436, novembro/24 teve queda de US$ 33 por tonelada, cotado por US$ 4253, janeiro/25 teve desvalorização de US$ 17 por tonelada, negociado por US$ 4114 e março/25 teve queda de US$ 7 por tonelada, negociado por US$ 3979.
Mesmo monitorando a onda de frio, o café teve pressão também nos dados da Secex, que informou exportação positiva no mês passado. Os números oficiais do Cecafé serão divulgados nos próximos dias, mas de acordo com analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas, a tendência é que o Brasil continue apresentando bom desempenho como foi no primeiro semestre.
No Brasil, o setor continua monitorando o frio, que deve ser o mais intenso e o último do inverno. A preocupação é com as áreas no sul de Minas Gerais que pode ter temperaturas negativas no final de semana.
No mercado físico, o dia também foi marcado por ajustes nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,37% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.445,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 0,68%, valendo R$ 1.460,00, Machado/MG teve baixa de 4,64%, valendo R$ 1.440,00 e Campos Gerais/MG teve queda de 1,36%, negociado por R$ 1.450,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 1,30% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.517,00, Poços de Caldas/MG teve baixa de 0,65%, valendo R$ 1.540,00 e Campos Gerais/MG teve desvalorização de 1,31%, valendo R$ 1.510,00.
0 comentário
Café fecha em queda nas bolsas, mas estoques apertados e riscos climáticos seguem no radar do mercado
Café: Mercado ignora estoques apertados e aposta na safra brasileira para derrubar preços, diz Eduardo Carvalhaes
Café inicia a terça-feira com arábica em alta e robusta em baixa
Colômbia reage após meses difíceis, mas Brasil segue ampliando vantagem no mercado global de café
Café termina o dia sem direção única com mercado dividido entre colheita e clima no Brasil
CNC lança cartilha de orientação e nota técnica aos cafeicultores atingidos por granizo