Exportações de carne bovina ganham valor e receita diária sobe 44% na parcial de junho
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As exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada iniciaram junho de 2026 com desempenho superior ao observado no mesmo período do ano passado. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que a receita média diária dos embarques alcançou US$ 94,531 milhões até a segunda semana do mês. O resultado representa avanço de 44% em relação aos US$ 65,665 milhões registrados em junho de 2025.
O aumento da receita média diária ocorreu ao mesmo tempo em que avançaram o volume médio embarcado e o preço médio por tonelada. A média diária exportada atingiu 14,409 mil toneladas, enquanto no mesmo período de comparação do ano anterior o indicador ficou em 12,052 mil toneladas. A variação positiva foi de 19,6%.
Outro destaque do levantamento está na valorização da carne bovina exportada pelo Brasil. O preço médio por tonelada alcançou US$ 6.560,4 até a segunda semana de junho deste ano, acima dos US$ 5.448,4 registrados em junho de 2025. Na comparação entre os períodos, a alta foi de 20,4%.
Receita cresce em ritmo mais acelerado
Entre os principais indicadores acompanhados pelo setor exportador, a receita média diária foi o que apresentou o maior avanço percentual. O crescimento de 44% superou tanto a elevação do volume embarcado quanto a valorização observada no preço médio da tonelada.
Os números mostram que o desempenho financeiro das exportações avançou em ritmo superior ao registrado pelos demais indicadores acompanhados pela Secex. O resultado reforça a importância da evolução simultânea do valor negociado e da quantidade embarcada.
Até a segunda semana de junho, o valor acumulado das exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada somou US$ 850,786 milhões. Em junho de 2025, o faturamento total registrado ao longo do mês alcançou US$ 1,313 bilhão.
Volume mantém avanço na comparação diária
No acumulado parcial de junho de 2026, os embarques totalizaram 129,685 mil toneladas. Em junho do ano passado, o volume exportado durante todo o mês atingiu 241,046 mil toneladas.
A comparação das médias diárias permite observar o ritmo das exportações nos dois períodos. Nesse critério, os embarques passaram de 12,052 mil toneladas por dia útil em junho de 2025 para 14,409 mil toneladas na parcial de junho deste ano.
O avanço de 19,6% demonstra uma movimentação diária superior à observada no mesmo período de referência. O indicador acompanha o desempenho positivo verificado nos demais números divulgados pela Secex.
Preço médio da tonelada registra valorização
O preço médio obtido pelas exportações também apresentou crescimento expressivo. Até a segunda semana de junho de 2026, a tonelada da carne bovina fresca, refrigerada ou congelada foi negociada a US$ 6.560,4.
No mesmo período de comparação do ano anterior, o valor médio registrado foi de US$ 5.448,4 por tonelada. A diferença corresponde a uma valorização de 20,4% entre os períodos analisados.
Os indicadores mostram avanço simultâneo do volume médio diário exportado e do preço médio por tonelada na comparação com junho de 2025. O comportamento dos números acompanha o crescimento registrado na receita média diária dos embarques.
Parcial de junho mostra avanço nos principais indicadores
Os dados divulgados pela Secex mostram crescimento em todos os principais indicadores das exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. A receita média diária avançou 44%, o volume médio diário embarcado aumentou 19,6% e o preço médio por tonelada registrou alta de 20,4%.
Além disso, o faturamento acumulado chegou a US$ 850,786 milhões até a segunda semana de junho, enquanto os embarques somaram 129,685 mil toneladas. Os números refletem o desempenho das vendas externas da proteína bovina na parcial do mês.
Com avanço da receita média diária, do volume embarcado e do preço médio por tonelada, a parcial de junho apresenta crescimento nos principais indicadores acompanhados pela Secex. O resultado reforça a relevância das exportações para a cadeia da pecuária de corte brasileira.
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