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Chuvas mudam de direção e safrinha do Sul corre sério risco; na Bahia umidade melhora as sementeiras

Publicado em 25/04/2021 11:06 e atualizado em 26/04/2021 09:22
Imagens do grupo Agrotempo e Riza Sementes, de S. Desidério (BA)

Produtores de milho do sul do Pais, principalmente do Paraná, acompanharam o avanço de uma frente fria que se formou neste final de semana no Cone Sul, como se fosse a última chance de salvar as lavouras de safrinha. O sábado, porém,  transformou-se num drama com final triste, que vai marcar a 2a. safra de milho 2021 paranaense.

Até a sexta-feira ainda havia esperança. Os olhos dos produtores passaram o dia grudados nos radares. A frente parecia estacionada sobre o Paraguai, mas indicava um rumo que poderia, ao final, encharcar os solos paranaenses e catarinenses. Essa era a esperança que mantinha viva a chance para os brasileiros do centro-sul. Na madrugada do sábado finalmente a frente avançou..., só que em direção ao Mato Grosso do Sul.

Para os agricultores do centro-sul só restou verem, desolados, a frente subindo para o centro do País (rumo ao MS) enquanto outra parte se desmanchava ao entrar no Rio Grande, deixando pouquissima umidade para os paranaenses e para os agricultores do oeste de Sta Catarina - que necessitam desesperadamente de milho para garantir o suprimento de suas granjas de suinos e frangos.

Alguns da fronteira, como os da região de Foz do Iguaçu, até comemoraram as primeiras pancadas. Mas, no final, ficou nisso. (vejam imagens de radar obtida no grupo Agrotempo).

Almir Trevisan, coordenador do grupo, precisou consolar os agricultores informando que há nova chance de chuvas para a semana que vem. Segundo as informações de meteorologistas, uma nova frente poderá subir para o sul/sudeste no próximo dia 3 de maio, p´roxima segunda-feira. Mas antes disso, porém, está prevista a entrada de uma onda de frio, que, se vier recheadas de geadas, poderá dizimar de vez com aquilo que seria uma promissora safrinha de milho no Sul do País.

ALEGRIA NO MATOPIBA

O fim de semana foi, de outro lado, recheado de alegria para os agricultores do Norte/Nordeste e Matopiba. As chuvas vindas da Amazonia, que se juntaram às frentes vindas do Atlantico, trouxeram umidade e chuvas numa extensa região agricola do País. As foto abaixo mostram lavouras de sementes de forrageiras (grupo Riza) em S. Desidério (BA) vertendo gotas de orvalho. Para a produção das sementes é o clima perfeito. Alem disso, a abertura do tempo está permitindo que os produtores do centro-norte do País colham uma das melhores safras de todos os tempos. (vejam as fotos abaixo).

Mapa de condições climáticas - fonte: Inmet

Mapa de Condições Climáticas | Fonte: Inmet

Mapa de Condições Climáticas | Fonte: Inmet

Condição das lavouras no centro-oeste do Paraná (Dr. Camargo)

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Oeste da Bahia ganha chuvas e a umidade ajuda as sementeiras de capim a aumentar a granação

Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1

Inundações em lavouras de soja na Bolivia neste final de semana

Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1Situação nas lavouras da Bolívia 23‚1

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Fonte:
Notícias Agrícolas

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