Previsão é de temporais para a maior parte do país

Publicado em 07/02/2011 09:51
Perspectiva anima produtores do Rio Grande do Sul que sofrem com a estiagem, mas não deve se manter por muito tempo.
TERÇA-FEIRA, DIA 8

Sul
Temporais em todo o oeste da região sul. Um centro de baixa pressão provoca temporais a qualquer hora do dia em todo o oeste da Região, incluindo a fronteira com a Argentina, o oeste catarinense e o oeste, centro e sul do Paraná. Os acumulados passam dos 70 mm em muitas cidades. A notícia é boa para os agricultores gaúchos, que há muito tempo vêm sofrendo com a irregularidade das chuvas, principalmente na metade sul. Mesmo no centro e leste da região o dia tem maior nebulosidade e, no Paraná e em Santa Catarina, chove a qualquer momento do dia. O risco para transtornos como alagamentos, deslizamentos de terra e transbordamentos de córregos e rios continua no Paraná e em Santa Catarina e se estende também para a metade leste gaúcha. As temperaturas entram em declínio.

Sudeste
Continuam as chuvas em SP, oeste e noroeste de MG, ES e norte do RJ de forma rápida e isolada. O calor atinge mais de 30°C em toda a região e quase 40°C no Rio de Janeiro e proximidades.

Centro-Oeste
Na terça, as pancadas mais intensas atingem o centro e o sul de Mato Grosso, podendo atingir também Cuiabá. Em Goiás e no Mato Grosso do Sul, persistem as pancadas isoladas e rápidas, que, apesar de núcleos intensos, não geram acumulado alto. O calor continua em todo o Centro-Oeste.

Nordeste
Chove em todo o litoral leste do Nordeste, de forma fraca, devido aos ventos que sopram do oceano. Além desta chuva, há pancadas no PI, MA e CE, estas mais intensas. Os termômetros mais uma vez passam dos 30°C na região.

Norte
Na terça, os temporais atingem o sul do Amazonas e o Estado de Rondônia. Nas demais áreas, dia com predomínio de sol, com pancadas isoladas e rápidas a partir da tarde. Faz calor.

Confira a previsão para os próximos dias

Sul
Os temporais se intensificam entre a quarta e a quinta no Paraná e em Santa Catarina. Há cidades que registram acumulados diários de mais de 100 mm, o que já equivale a dois terços do que costuma chover o mês inteiro. As áreas com os temporais mais intensos e duradouros são o oeste e sul do Paraná e o oeste catarinense, mas mesmo nas demais áreas destes Estados (e também em grande parte do Rio Grande do Sul), os dias são de chuva na maior parte do tempo e, por isso, deve-se ter atenção para transtornos relacionados tanto à persistência como à intensidade das chuvas: alagamentos, transbordamentos de córregos e rios e deslizamentos de terra. Na sexta, a chuva para no Rio Grande do Sul e a notícia que se segue é péssima para os agricultores: a chuva não volta, pelo menos, até o dia 20 de fevereiro. Já no Paraná e em Santa Catarina, não há previsão de término dos temporais.

Sudeste
Durante os dias seguintes, continuam as chuvas em SP, oeste e noroeste de MG, ES e norte do RJ de forma rápida e isolada e o calor: mais de 30°C em toda a Região e quase 40°C na cidade do Rio e proximidades. Na quarta, as pancadas se intensificam sobre São Paulo, mas deixam de atingir o Rio de Janeiro. Apenas no dia 12 é esperada uma chuva mais significativa no Estado paulista e o Triângulo Mineiro, enquanto as demais áreas seguem com pancadas esparsas e de baixo acumulado.

Centro-Oeste
A previsão indica que apenas entre os dias 11 e 15 de fevereiro os acumulados voltem a se elevar no Centro-Oeste, passando dos 50 mm em quase todo Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Já em Goiás, a chuva demora um pouco mais a voltar a atingir acumulado significativo: entre 16 e 20 de fevereiro.

Nordeste
Apesar dos acumulados serem baixos até o dia 10 de fevereiro em todo o Nordeste, aos poucos a chuva ganha força e, no Maranhão e no Piauí, volta a chover mais de 70 mm entre os dias 11 e 15 de fevereiro, com tendência de alta para os dias seguintes.

Norte
A condição só começa a mudar a partir do dia 10, quando as chuvas mais intensas passam a atingir o Pará e o leste amazonense. Entre os dias 11 e 15, inclusive, espera-se que os maiores acumulados, de mais de 70 mm, abranjam todo o Pará. Há algumas áreas do norte paraense, inclusive, em que as simulações indicam mais de 130 mm de chuva.

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Fonte:
Somar Meteorologia

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