Feijão, por Ibrafe: Varejo bate forte e preços cedem estrategicamente
Nesta terça-feira (10), nas fontes, os preços cederam em cerca de R$ 10 nos lotes de Feijão-carioca e as vendas fluíram. Esta tênue diferença de aproximadamente 3,7% foi suficiente para viabilizar que os empacotadores possam voltar a vender. Em tempos de vacas gordas para empacotadores e/ou para o consumidor, uma diferença desta saía das margens, hoje em dia não é assim. Pode não ser fácil aceitar, mas esta é a realidade. Volto mais uma vez a insistir que o varejo tem sido implacável e não há quem enfrente. Alguns países têm buscado formas de reequilibrar as forças, pois mesmo grandes indústrias têm sucumbido às negociações que são efetuadas lá com o comprador do varejo, e não pense que ele quer preservar o consumidor.
Se tem alguém que não se importa com o consumidor é o varejo estrangeiro, que deita e rola no Brasil. Com pressões inflacionárias batendo forte em alguns produtos como consequência da valorização de proteínas animais, por exemplo, pior ainda. Não estão sendo muito atrativas as promoções com frango e ovos, por exemplo, então o chamariz tem que ser um produto como o Feijão para atrair o consumidor. A queda de braço vai continuar ora pendendo mais para um lado, ora para o outro.
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