Importação de Feijão aumenta 46% e, no cerrado, começam a encher os armazéns climatizados
Apesar do aumento de área plantada de Feijão-preto, este ano o Brasil importou 35% a mais de Feijões-pretos, 23.181 toneladas da Argentina e, no total, com Alúbias e Vermelhos, algo também de Rajados, somaram até agora 34.777 toneladas contra 23.765 no ano passado. Representa um aumento de 46% sobre igual período de 2021. Traremos, se valer o histórico, a maior parte durante o segundo semestre deste ano. O ano passado foram 48.000 toneladas no segundo semestre. Isto mostra que há oportunidades a serem exploradas por quem não quer ficar exposto às peculiaridades do Feijão-carioca. Feijões como o Alúbia IAC 2157, que está disponível mais recentemente pelo IAC e que é um Feijão-branco intenso. Seus grãos são bem pesados e em formato alongado e tubular. Essas características o qualificam para o mercado internacional, se houver excedentes. É conhecido como Alúbia, tipo muito cultivado na Argentina. "O IAC trabalha há anos no desenvolvimento de uma cultivar de tegumento branco e tivemos êxito com a cultivar IAC 2157, que tem ciclo precoce e é muito produtiva”, observam os Doutores Carbonell e Chiorato, pesquisadores do IAC.
No mercado de Feijão-carioca, a sexta-feira foi de poucos negócios. Com produtores de Minas Gerais buscando acima de R$ 350 e os goianos do Vale do Araguaia no mínimo R$ 330, tem muito Feijão indo para as câmaras frias.
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