Feijão, por Ibrafe: Mercado travou. E agora, o que fazer?
Empacotadores ontem procuravam explicação para a parada na reposição dos últimos dias. Até agora, segundo a maioria, não tem a ver com o fato de que o Mato Grosso está colhendo e que tenham saído negócios lá por volta de R$ 250. “O volume que foi colhido e vendido até agora não foi suficiente para afetar as cotações em Minas e Goiás”, comentou um empacotador do interior de São Paulo, “e a gente sabe que tem Feijão em Unaí e Paracatu, mas o produtor sentou em cima e não está aceitando valores mais baixos”. Na verdade, os supermercados estão deixando zerar algumas marcas, esperando para ver se o empacotador baixa o valor do fardo. O varejo não fica sem Feijão, mas o preço pode cair mais. Ainda mais quando erroneamente a CONAB vai a público e declara que este ano teremos mais de 3 milhões de toneladas, o que não é verdade. Está lá no site da CONAB que ficará abaixo deste número. Então, o que vem pela frente? O que fazer com este cenário?
0 comentário
Produção de feijão cresce em Minas e sustenta liderança no Sudeste
Feijão/Cepea: Altas seguem intensas neste começo de fevereiro; carioca lidera valorização
Entidades arrozeiras articulam medidas conjuntas para enfrentar crise da cadeia orizícola gaúcha
Tradings compram arroz em casca a R$ 62 e dão andamento ao escoamento da safra passada
Getap lança premiação nacional para o sorgo e abre inscrições em meio à forte expansão da cultura no Brasil
Arroz/Cepea: Aumento pontual da demanda sustenta valor