Participação dos cortes na exportação de carne de frango permanece estável há dois anos
Em 2020, na média dos sete primeiros meses do ano, os cortes corresponderam a, praticamente, 69% do volume total de carne de frango exportada pelo Brasil, índice que, em uma década (mesmos 7 meses de 2010), representou aumento de participação de 17,1 pontos percentuais (ou cerca de 33% a mais no bolo dos quatro itens exportados).
O curioso é que essa expansão ocorreu em 85% do período analisado, ou seja, nos primeiros oito anos e meio, aproximadamente. Pois, desde meados de 2018 (últimos dois anos) a participação dos cortes tem permanecido em quase total estabilidade nos 68%, com variações máximas que não chegam a 3% abaixo e acima da média.
Nesse processo, a perda maior foi do frango inteiro: 13 pontos percentuais ou 33% a menos. Já as exportações somadas das carnes salgadas e dos industrializados – que no final de 2010 chegaram a representar 12% do total exportado – tiveram sua participação reduzida em cerca de 4 pontos percentuais, perda que representou redução de participação superior a 40%.
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