Manejo estratégico e seguro contra invasoras do algodão

Publicado em 14/01/2019 10:59 e atualizado em 14/01/2019 11:33
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Plantas Daninhas – destaque para pós-emergência com aplicação de Liberty

É grande a lista de plantas daninhas que atacam as lavouras de algodão e promovem grande competição por água, luz, nutrientes e espaço físico. Nessa relação de invasoras aparecem trapoeraba, corda-de-viola, leiteiro, picão preto, caruru, buva, fedegoso, capim-colchão, capim-amargoso e capim-carrapicho. Todas essas plantas podem provocar perdas na colheita, prejuízos para o aproveitamento genético do algodão e até mesmo redução da qualidade da fibra, devido a impurezas e manchas provocadas pelas folhas das plantas daninhas.

“Essa questão é muito séria, pois dependendo o período de convivência das invasoras e o estágio de desenvolvimento da cultura, as perdas da lavoura podem chegar a 100%”, alerta Jairo Santos, engenheiro agrônomo da área de Desenvolvimento Técnico de Mercado da BASF. O profissional explica que o período mais sensível da lavoura vai da emergência até 40 DAE (dias após a emergência), daí a importância de se fazer o controle pós-emergência.

Algodão basf

A BASF disponibiliza aos cotonicultores duas soluções que ajudam a combater as invasoras nessa fase. Uma delas é o Liberty®, herbicida não seletivo para uso em área total da cultura em aplicações de pós-emergência das variedades ou híbridos de algodão. A outra é o Finale®, também um herbicida não seletivo de ação total que controla de maneira eficiente as plantas daninhas. Entre os benefícios desses produtos, o agrônomo da BASF destaca o mecanismo de ação, –

Santos explica não haver um manejo que atenda a todas as fazendas da mesma forma, por isso é imprescindível que cada produtor adote a estratégia que melhor se adeque a sua realidade e da sua propriedade. “A estratégia para o controle herbalógico deve levar em consideração o espectro das plantas daninhas, se é um biótipo resistente ou não, a textura do solo e até as tecnologias adotadas naquela lavoura”, diz o agrônomo, que também ressalta ser essencial estabelecer um manejo que evite os casos de resistência, sobretudo ao glifosato, e mantenha positiva a relação custo/benefício. “Esse é um dos motivos pelos quais a BASF mantém o constante investimento em inovações tecnológicas, ampliando o portfólio de soluções à disposição dos produtores. Além disso, procuramos compartilhar informações técnicas que ajudem os cotonicultores a extraírem o máximo potencial de suas lavouras.”

Andef

Uso exclusivamente agrícola. Aplique somente as doses recomendadas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos. Incluir outros métodos de controle do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. Restrições temporárias no estado do Paraná: Liberty® para os alvos Alternanthera tenella, Amaranthus viridis, Borrieria latifólia, Brachiaria plantaginea, Cenchrus echinatus, Conyza bonariensis, Digitaria horizontalis, Digitaria insularis, Eleusine indica, Euphorbia heterophylla, Glycine max, Ipomoea grandifolia, Portulaca oleracea, Zea mays para o Algodão Liberty Link; Finale® para os alvos Acanthospermum hispidum, Alternanthera tenella, Borrieria latifólia, Brachiaria plantaginea, Cenchrus echinatus, Ipomoea grandifolia, Portulaca oleracea para o Algodão Liberty Link. Registro MAPA: Finale® nº 000691 e Liberty®  nº 05409.

Fonte: Basf

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