A prevenção é o melhor combate

Publicado em 02/12/2019 10:02 e atualizado em 02/12/2019 12:04
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Milho publi Basf

A infestação de lagartas e o ataque de doenças fúngicas no plantio de milho colocam à prova a eficiência, a perseverança e a paciência do produtor. Sua lucratividade também. Mas há um trunfo valioso para virar a mesa contra esses desafios: o manejo preventivo. A aposta no controle estratégico, com a aplicação de inseticidas e fungicidas ainda na fase inicial do ataque desses inimigos, dá ao agricultor uma boa vantagem nessa disputa. Principalmente quando garante outros cuidados necessários para manter as lavouras mais saudáveis e resistentes, como a nutrição correta do solo, a escolha de cultivares mais adequadas para cada região e condição e o controle de plantas daninhas.

No caso do controle de lagartas, certas particularidades da cultura do milho exigem ainda mais atenção do agricultor. A transgenia facilitou o manejo da helicoverpaarmígera, por exemplo, inclusive pelo custo, mas também gerou certo comodismo. “O produtor acabou deixando todo o controle dessa lagarta em cima dessa tecnologia, e hoje já temos organismos resistentes. Com isso aumentou a necessidade da entrada dos inseticidasnovamente”, diz Dyogo Fonseca de Castro, profissional de Desenvolvimento de Mercado da BASF.

A lagarta-do-cartucho, um dos maiores problemas das lavouras de milho, exige do produtor um monitoramento mais intenso, uma vez que se esconde no cartucho do milho e não fica tão visível, como acontece nas lavouras de soja. “O maior desafio está em saber qual é o melhor momento para aplicar o inseticida no milharal, e o produtor sabe fazer essa identificação. Mas precisa entrar com a pulverização assim que surgirem as primeiras raspagens nas folhas”, explica.

Segundo Castro, a estratégia de controle deve ser baseada tanto em uma ação de choque quanto no ataque fisiológico. É aí que entra o portfólio de soluções da BASF. O inseticida Imunit®, por exemplo, tem ação fisiológica e de choque e atinge as lagartas tanto pelo contato quanto por ingestão. O produto entra na fase mais inicial de controle, no máximo até o segundo instar da lagarta, para baixar a população e a pressão da praga. Daí para frente, entra o Verismo®, que tem alta performance e ajuda a manter a lavoura mais limpa quando a infestação é mais intensa.

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Em relação às doenças fúngicas, Castro destaca a mancha-branca, a ferrugem e a cercosporiose. E diz que, para o manejo de controle e combate, é importante considerar a combinação das características de cada doença com as de cada região onde está o plantio. Essas informações influenciam o sucesso, ou não, da proteção das lavouras. A BASF também oferece soluções eficientes para este campo da sanidade do milharal. Castro afirma que o fungicida Orkestra® SC traz o melhor grupo químico para o controle da mancha-branca, enquanto que o Abacus® HC, por conter triazol, é excelente para o controle da ferrugem. “Aqui também é fundamental agir de forma preventiva, pois uma folha já consumida pela doença não será reestruturada”, orienta. “Como temos muitas cultivares de milho, a sensibilidade para cada uma dessas doenças é muito grande. ”

Entre os diferenciais da BASF no desenvolvimento de soluções para o combate das doenças, Castro ressalta a preocupação da empresa também com a fisiologia das plantas. “Vamos além de controlar o problema, buscamos a proteção do maior potencial produtivo das plantas”, diz ele, lembrando ainda quão fundamental é o produtor cuidar da qualidade de aplicação dos fungicidas, assim como dos demais defensivos agrícolas. “A tecnologia precisa chegar corretamente ao seu alvo.”

Andef

Uso exclusivamente agrícola. Aplique somente as doses recomendadas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos. Incluir outros métodos de controle do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. Restrições temporárias no estado do Paraná para a cultura do milho: Standak® Top para o alvo Pythium spp. Registro MAPA: Abacus® HC nº 9210; Imunit® nº 08806; Orkestra® SC nº 08813 e Verismo® n 18817.

Fonte: BASF

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