Plataforma digital e gratuita oferece informações de qualidade sobre plantas daninhas

Publicado em 12/07/2019 17:47
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Lançada em julho, a Up.Herb reúne conteúdo organizado pelo engenheiro agrônomo e doutor em plantas daninhas Mauro Antônio Rizzardi

Com o objetivo de sistematizar e difundir seu conhecimento adquirido em anos de atuação como engenheiro agrônomo e professor universitário, Mauro Antônio Rizzardi, doutor em plantas daninhas pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), lança, em julho de 2019, a plataforma digital Up.Herb (www.upherb.com.br).

Totalmente gratuita, a página oferece todo tipo de informação sobre plantas daninhas. O material foi organizado em tópicos (identificação de espécies, biologia de plantas daninhas, métodos integrados de controle, controle químico, sintomas e comportamento de herbicidas no ambiente, resistência de plantas daninhas; tecnologia de aplicação). Oferece, também, uma biblioteca com boletins e livros.

“Percebemos que os conteúdos disponíveis até então eram dispersos, de acesso restrito e, muitas vezes, em inglês; por isso, vimos a necessidade de dispor, em um único local, um material completo e de qualidade sobre o assunto”, afirma Rizzardi.

A Up.Herb visa auxiliar estudantes de agronomia e áreas afins, bem como engenheiros agrônomos, consultores, produtores rurais e demais profissionais envolvidos no agronegócio. Contempla culturas como soja, milho, arroz-irrigado, cana-de-açúcar, algodão, feijão, trigo, pastagens, espécies frutíferas e florestais, oferecendo, assim, conteúdo de interesse para todo o território nacional.

Além disso, através da plataforma Up.Herb serão realizadas palestras técnicas, webinars, cursos de curta duração, treinamentos e consultorias in loco.

A Up.Herb conta com a parceria da Corteva Agriscience, empresa com amplo portfólio de produtos para sementes, proteção de cultivos e tecnologias, e da AgroEfetiva, que atua com pesquisa, capacitação e consultoria no mercado agrícola brasileiro.

Fonte: Divulgação

1 comentário

  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

    Um aparte quanto à semântica e a importância de mudar conceitos de gratuidade aqui vigentes, para evitarmos entrar cair novamente na lábia de comunistóides -- ("Plataforma digital e gratuita oferece informações de qualidade sobre plantas daninhas").

    Por conceito e logica, um exemplo de algo genuinamente gratuito é o ar, ninguém paga nada por ele pois está livre na natureza e, em geral, não demanda nenhuma interferência humana para que possamos utilizá-lo.

    Já o resto demanda alguma atividade humana para que o produto e serviço chegue aos consumidores.

    Esse caso, se tem custo com salários, despesas, custos com o site, com TI, com pesquisa e por ai adiante, portanto está sendo custeado por alguém, no caso indiretamente... então se diz erroneamente que é gratuito.

    Ou esta sendo pago via impostos, ou pago por alguma empresa que patrocina o serviço e essa despesa esta sendo embutida no custo de produção da mesma e repassada em seus produtos e serviços aos consumidor, ou mesmo uma composição de ambos.

    Gratuito não é, a não ser que um abnegado endinheirado esteja doando todos esses recursos.

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