Na Argentina, milho terá aumento de 27% de área; plantio de soja avança

Publicado em 18/11/2016 08:49
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De acordo com o informe semanal da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), o avanço de plantio do milho na Argentina se encontra em 40,3% de uma área estimada de 4.900.000 hectares, número que é 27% maior do que a safra anterior.

O milho com destino comercial se concentrou no sul da área agrícola nacional. Os trabalhos de plantio no restante do país devem começar nas próximas semanas, quando tiver início a janela de plantio tardia.

No noroeste argentino, as chuvas da última semana permitem uma melhor condição para que o plantio seja iniciado nas próximas semanas. Na zona de San Luís, os lotes que foram plantados mais cedo se encontram na fase de diferenciamento de folhas, sob boas condições. Na zona Centro-Leste de Entre Ríos, o milho já começa a ter seus primeiros lotes na fase da floração.

Na zona Centro-Norte de Santa Fe, houve queda de granizo em setores pontuais da região. Estes eventos afetaram, em maior medida, os quadros que se encontravam transitando a etapa de formação de panículas, mas os lotes mais atrasados, que estavam ainda na fase de diferenciamento de folhas, podem ter alguma recuperação.

Até a data do informe, ainda persistem os problemas de excessos hídricos em alguns setores do sul de Córdoba.

Soja

As plantadeiras avançam, recuperando o tempo perdido e registrando importantes progressos em diversos setores do centro da região agrícola. Até a data do informe, o avanço a nível de país do plantio era de 24,2% da superfície estimada de 19.600.000 hectares, refletindo, desta maneira, em um progresso de 13,3% durante os últimos sete dias. Em número absolutos, já foram plantados mais de 4,7 milhões de hectares.

60% da área plantada está localizada no núcleo norte e no núcleo sul da Argentina. O restante, nas regiões Centro-Norte e Sul de Córdoba, Centro-Norte de Santa Fe, Centro-Este de Entre Ríos, Norte de La Pampa, Oeste e Centro de Buenos Aires. Estas regiões foram as que mais sofreram com os excessos climáticos no país.

Com informações da Bolsa de Cereais de Buenos Aires

 

Por: Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

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