USDA indica menos vendas de milho e Chicago fecha com leves quedas nessa quinta-feira

Publicado em 11/04/2019 17:06 e atualizado em 12/04/2019 09:24
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A quinta-feira (11) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro registrando leves baixas, mas ainda muito próximos da estabilidade. As principais cotações apontaram desvalorizações entre 1,75 e 2,25 pontos na Bolsa de Chicago (CBOT).

O vencimento maio/19 foi cotado à US$ 3,60, o julho/19 valeu US$ 3,68 e o setembro/19 foi negociado por US$ 3,76.

Segundo análise de Ben Potter da Farm Futures, os preços do milho caíram cerca de 0,5% na quinta-feira em algumas vendas técnicas, em parte estimuladas por uma rodada medíocre de dados de exportação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta manhã.

O Departamento indicou que os EUA venderam 548 mil toneladas de milho na última semana aquém das expectativas esperadas que variavam entre 650 mil e 1,150 milhão de toneladas. Apesar de baixo, esse total é 2% maior do que o da semana anterior, porém, 18% menor do que a média das últimas quatro semanas.

Confira como foram os novos dados do USDA:

>> USDA mostra vendas semanais de soja dos EUA bem abaixo das expectativas

Mercado Interno

Já no mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as desvalorizações apareceram somente nas praças de Campinas/SP (1,24% e preço de R$ 38,91), São Gabriel do Oeste/MS (1,79% e preço de R$ 27,50) e Porto Paranaguá/PR (3,03% e preço de R$ 32,00).

Não foram percebidas valorizações nessa quinta-feira.

De acordo com a Agrifatto Consultoria, gradualmente, as cotações do milho registram acomodações no balcão, pressionados pela demanda mais fria e com a perspectiva de oferta ampla e antecipada nesta temporada.

Ainda nessa quinta-feira, a CONAB subiu a previsão da safra brasileira de milho para 94,01 milhões de toneladas, um aumento de 1,20 milhões. De acordo com a Companhia, o Brasil terá a 2ª maior safra de milho da história, atrás apenas de 2016/17 que registrou 97,48 milhões de toneladas.

Confira como ficaram as cotações nessa quinta:

>> MILHO

Confira como ficaram as novas estimativas da CONAB:

>> IBGE e Conab estimam aumento na produção de grãos no Brasil

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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