Preço do milho começa a quinta-feira subindo na B3 e em Chicago

Publicado em 17/09/2020 09:13 e atualizado em 17/09/2020 11:57 478 exibições
Novas compras nos EUA estimulam a CBOT

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A quinta-feira (17) começa com os primeiros contratos do milho futuro subindo na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas de até 0,60% por volta das 09h07 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 60,21 com valorização de 0,60%, o janeiro/21 valia R$ 60,70 com ganho de 0,33%, o março/21 era negociado por R$ 59,80 com estabilidade e o maio/21 tinha valor de R$ 56,95 com estabilidade.

Dando sustentação à Bolsa, o dólar também iniciou o dia em alta ante ao real, registrando elevação de 0,57% e cotação de R$ 5,26 por volta das 09h12 (horário de Brasília).

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro abriram os trabalhos nesta quinta-feira com leves altas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,25 e 1,00 ponto por volta das 08h59 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,72 com valorização de 1,00 ponto, o março/21 valia US$ 3,81 com ganho de 0,50 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,86 com elevação de 0,25 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 3,89 com estabilidade.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os grãos aumentaram durante a noite com a melhora da demanda por suprimentos dos Estados Unidos e em meio ao tempo seco contínuo no Cinturão do Milho.

Na última terça-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que exportadores venderam 120 mil toneladas de milho para um país desconhecido.

Além disso, o clima seco no meio-oeste também pode estar impulsionando os preços, já que a previsão é de pouca ou nenhuma chuva em grande parte de Nebraska, Iowa, Missouri e Illinois pelos próximos sete dias, de acordo com meteorologistas.

Relembre como fechou o mercado na última quarta-feira:

>> Preço do milho ganha força ao longo da 4ªfeira e registra altas no Brasil

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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