Milho: dólar sobe e cotações da B3 acompanham nesta segunda-feira

Publicado em 28/09/2020 11:53 e atualizado em 28/09/2020 16:50 427 exibições
Chicago segue caindo de olho na colheita e aguardando o USDA

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A segunda-feira (28) segue com os preços futuros do milho contabilizando altas na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,29% e 1,58% por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 64,31 com elevação de 1,29%, o março/21 valia R$ 64,65 com alta de 1,41%, o maio/21 era negociado por R$ 64,50 com ganho de 1,42% e o julho/21 tinha valor de R$ 61,05 com valorização de 1,58%.

As movimentações cambiais passaram a também dar sustentação os contratos do cereal brasileiro. Por volta das 11h53 (horário de Brasília), o dólar subia 0,59% ante ao real e era cotado à R$ 5,59.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, a semeadura da primeira safra do milho começa a dar sinais de preocupações, isto, aliado ao dólar se fortalecendo, ajuda a alavancar as cotações do milho.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro seguem seu caminho de baixa neste primeiro dia da semana. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,25 e 3,00 pontos por volta das 11h38 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,62 com desvalorização de 3,00 pontos, o março/21 valia US$ 3,70 com perda de 2,50 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,76 com queda de 2,50 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 3,80 com baixa de 2,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços futuros do milho caíram esta manhã em antecipação à expectativa de que o ritmo de colheita da safra norte-americana tenha se mantido estável ​​no relatório de progresso da safra que será divulgado ainda nesta segunda-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

“As condições de clima quente e seco favoreceram a colheita rápida na semana passada. O relatório de progresso da safra de hoje provavelmente refletirá o ritmo rápido da colheita depois que o relatório da semana passada encontrou 8% da safra colhida, um aumento de 2% em relação ao mesmo período em 2019, mas 2% abaixo da média de cinco anos”, comenta a analista Jacqueline Holland.

Enquanto isso, as condições da safra continuam a amadurecer rapidamente no clima seco e quente do outono norte-americano. No último reporte do USDA, 59% das lavouras estavam maduras, 10% a mais do que a média dos últimos cinco anos.

Além disso, a publicação aponta que as crescentes preocupações sobre o aumento dos casos globais de novo coronavírus também pesaram no mercado de milho.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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