Milho: dólar pesa e B3 opera negativa nesta terça-feira

Publicado em 29/09/2020 11:54 e atualizado em 29/09/2020 16:45 409 exibições
Chicago segue caindo após avanço da colheita

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Após abrir a terça-feira (29) em alta, os preços futuros do milho perderam força na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações entre 0,93% negativo e 0,02% positivo por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 64,64 com desvalorização de 0,93%, o janeiro/21 valia R$ 65,00 com queda de 0,51%, o março/21 era negociado por R$ 64,88 com perda de 0,11% e o maio/21 tinha valor de R$ 61,49 com elevação de 0,02%.

As movimentações cambiais pesaram sob os contratos do cereal brasileiro, uma vez que o dólar registrava queda de 0,42% e era cotado à R$ 5,64 por volta das 11h54 (horário de Brasília).

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro seguem registrando quedas na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,50 e 5,00 pontos por volta das 11h30 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 3,64 com baixa de 2,50 pontos, o março/21 valia US$ 3,70 com desvalorização de 5,00 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 3,76 com perda de 4,50 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 3,80 com queda de 4,50 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho caíram esta manhã devido ao rápido progresso da colheita e à ansiedade sobre o relatório trimestral de estoques de amanhã.

O progresso da colheita aumentou fortemente na semana passada, apesar das chuvas de fim de semana diminuindo a atividade a leste do rio Mississippi. De acordo com o relatório de progresso da safra de ontem, em 27 de setembro, 15% do milho americano havia sido colhido.

“Embora tenha sido um aumento de 7% em relação à semana passada, o progresso caiu 1% abaixo da média de cinco anos da semana, devido em grande parte aos ritmos de colheita mais lentos nos estados de crescimento do sul”, comenta a analista Jacqueline Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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