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Famasul consolida dados da safrinha de milho no MS com redução de área e produção

Publicado em 07/10/2020 13:19 110 exibições

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A Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul) divulgou seu Boletim Semanal da Casa Rural consolidando os dados finais da segunda safra de milho 2020 no estado.

De acordo com a publicação, foram realizadas 1.686 visitas a propriedades distribuídas nos principais municípios produtores do estado para a coleta de informações, tais como variedades plantadas, data de plantio, área cultivada, unidades de armazenamento de grãos, incidência de plantas daninhas, pragas, doenças, precipitação e situação geral das lavouras entre outras informações.

Diante disto, a Famasul indica que o Mato Grosso do Sul cultivou 1.894.779,94 hectares nesta safra para a obtenção de uma produtividade média de 93,4 sacas por hectares. Portanto, a produção total de milho no estado alcançou a marca de 10.618.346,78 toneladas na 2ª safra 2019/2020

“O levantamento da produtividade de milho foi realizado entre os dias 22 de junho e 25 de setembro de 2020, completando quatorze semanas de acompanhamento, que permitiu obter uma amostragem significativa, tendo em vista os diferentes níveis de produtividade relacionados à época de plantio”, disse a Famasul.

Na comparação com os dados da safra passada 2018/19, a área cultivada caiu dos 2,173 milhões de hectares, a produção recuou dos 12,157 milhões de toneladas, mas a produtividade teve leve ganho das 93,23 sacas por hectare. Já entre a safra 2013/2014 e a safra 2019/2020, a produção cresceu 23,68%, a área plantada aumentou 13,47% e a produtividade teve um aumento 9,0%.

Já na comercialização, os produtores do Mato Grosso do Sul avançaram para 65,35% da safra já negociada, contra os  64,83% registrados até a semana anterior e 58% do mesmo período de 2019 para a safra passada.

O preço da saca do milho, no MS se valorizou 7,33% entre 28 de setembro e 05 de outubro de 2020, e encerrou o período negociado a R$ 54,88. Quanto ao preço médio do mês de outubro cotado a R$ 54,69, no comparativo com outubro do ano passado, houve avanço nominal de 80,79%, quando o cereal havia sido cotado, em média, a R$ 30,25/sc.

“Reitera-se o fato de que essas cotações não significam que o produtor está recebendo esses valores, uma vez que há uma escassez de estoques de milho junto ao produtor neste momento, diante da comercialização antecipada da safra que está sendo colhida neste momento”, destaca a Famasul.

A publicação aponta ainda as variedades mais utilizadas no estado, os níveis de tecnologia empregado e quais plantas daninhas, pragas e doenças mais incidiram sobre as lavouras

Confira o relatório completo:

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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