Milho segue recuando no Brasil em mercado com poucos compradores

Publicado em 12/11/2020 12:01 e atualizado em 12/11/2020 17:20 452 exibições
Chicago cai nesta 5ªfeira com realização de lucros

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Os preços futuros do milho seguem acumulando prejuízo nesta quinta-feira (12) na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 0,67% e 1,82% por volta das 11h56 (horário de Brasília).

O vencimento novembro/20 era cotado à R$ 80,50 com queda de 1,04%, o janeiro/21 valia R$ 80,95 com desvalorização de 1,82%, o março/21 era negociado por R$ 80,60 com baixa de 1,52% e o maio/21 tinha valor de R$ 73,80 com perda de 0,67%.

De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, “com os preços enfraquecendo no mercado físico, aqueles que ainda detêm milho para a venda seguraram os negócios graças a esta queda. A pedida desses continuou na casa dos R$ 82-83,00/sc em São Paulo, no entanto, com a queda em Chicago, os compradores recuaram os valores ofertados para a casa dos R$ 80,00/sc”.

Mercado Externo

A Bolsa de Chicago (CBOT) também permanece recuando para os preços internacionais do milho futuro nesta quinta-feira. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,25 e 2,75 pontos por volta das 11h47 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,11 com desvalorização de 2,50 pontos, o março/21 valia US$ 4,24 com queda de 2,75 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,28 com baixa de 2,75 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,30 com perda de 2,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho apresentaram tendência de queda esta manhã, com uma rodada de realização de lucros após as recentes altas devido a uma safra menor de milho em 2020 nos Estados Unidos.

“Um mercado de milho mais apertado fornece um novo nível de suporte de preço para futuros de milho, mas ainda existem outros fatores que podem reduzir ainda mais os estoques finais, incluindo uma estação seca de plantio no Brasil”, aponta a analista Jacqueline Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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