Milho acompanha o dólar e segue caindo na B3 nesta 3ªfeira

Publicado em 24/11/2020 11:59 e atualizado em 24/11/2020 17:14 357 exibições
Chicago opera em baixa com realização de lucros após maior alta em 16 meses

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A terça-feira (24) continua sendo negativa para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações de recuo entre 0,84% e 1,04% por volta das 11h49 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 80,22 com baixa de 0,85%, o março/21 valia R$ 79,98 com desvalorização de 1,04%, o maio/21 era negociado por R$ 75,25 com queda de 0,84% e o julho/21 tinha valor de R$ 68,50 com estabilidade.

Além de acompanhar as quedas internacionais do cereal, a B3 segue a tendência registrada no câmbio com o dólar desvalorizado ante ao real. Por volta das 11h58 (horário de Brasília), a moeda americana era cotada à R$ 5,38 com baixa de 0,93%.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro também segue perdendo força nesta terça-feira na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 3,25 e 4,25 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,22 com perda de 4,00 pontos, o março/21 valia US$ 4,29 com queda de 4,00 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,32 com desvalorização de 4,25 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,33 com baixa de 3,25 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, depois de atingir uma alta de 16 meses ontem, os futuros do milho tropeçaram nos mercados da madrugada à medida que os níveis de resistência técnica desencadearam uma rodada de realização de lucros. Os baixos volumes de comércio devido às férias de feriado podem exacerbar as perdas.

A publicação aponta ainda que, com a colheita de milho praticamente concluída em todo o coração dos Estados Unidos, o USDA parou de relatar oficialmente o progresso da colheita no relatório semanal de progresso da safra. “Mas a atenção continua focada no progresso da colheita no Cinturão do Milho Oriental”, destaca a analista Jacqueline Holland.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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