Milho na B3 registra leves ganhos com alta do dólar nesta sexta-feira

Publicado em 27/11/2020 11:55 e atualizado em 27/11/2020 16:40 215 exibições
Chicago retoma atividades com milho subindo

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A sexta-feira (27) segue com flutuações restritas para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 0,22% e 0,33% por volta das 11h55 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 79,15 com alta de 0,22%, o março/21 valia R$ 79,00 com elevação de 0,25%, o maio/21 era negociado por R$ 74,95 com ganho de 0,33% e o julho/21 tinha valor de R$ 68,60 com estabilidade.

Os contratos mais recentes do cereal brasileiro respondem as flutuações cambiais, que demonstram um acréscimo de 0,16% para o dólar ante ao real, cotando a moeda americana em R$ 5,34 por volta das 11h54 (horário de Brasília).

Mercado Externo

Após parar para o feriado de Ação de Graças e ficar fechada na manhã desta sexta-feira, a Bolsa de Chicago retoma suas atividades com leves ganhos para os preços internacionais do milho futuro.  As principais cotações registravam movimentações positivas entre 2,00 e 2,25 pontos por volta das 11h51 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,22 com alta de 2,00 pontos, o março/21 valia US$ 4,29 com ganho de 2,25 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,32 com valorização de 2,25 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,33 com elevação de 2,00 pontos.

Segundo informações do site internacional Farm Futures, o mercado esperava que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reporte as vendas de exportação para a semana encerrada em 19 de novembro entre 31,5 milhões e 55,1 milhões de bushels (entre 800.100 e 1,399 milhão de toneladas), mas os resultados apresentados ficaram acima do esperado com 1,665,6 milhão de toneladas.

Leia Mais:

+ USDA: Vendas semanais de milho e trigo ficam acima do esperado nos EUA                                                                        

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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