Exportação de milho em novembro cresce 19% em relação à nov/19, mas ainda fica aquém do esperado pela Anec

Publicado em 01/12/2020 15:31 228 exibições

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O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até o final do mês de novembro.

Nesses 20 dias úteis do mês, o Brasil exportou 4.896.436,40 toneladas de milho não moído. Este volume representa um acréscimo de 1.398.564,4 toneladas com relação à semana anterior e é 94% de tudo o que foi embarcado durante o mês de outubro (5.156.818 toneladas).

Com isso, a média diária de embarques ficou em 244.821,8 toneladas, patamar 5,04% menor do que a média do mês passado (257.840,9 toneladas). Em comparação ao mesmo período do ano passado, a média de exportações diárias ficou 19,13% maior do que as 205.514,2 do mês de novembro de 2019.

Em termos financeiros, o Brasil exportou um total de US$ 887.849,5 no período, contra US$ 697.921,9 de todo novembro do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou acréscimo de 27,21% ficando com US$ 44.392,50 por dia útil contra US$ 34.896,10 em novembro do ano passado.

O preço por tonelada obtido registrou elevação de 6,79 % no período, saindo dos US$ 169,80 do ano passado para US$ 181,30 neste mês de novembro.

Durante o mês de novembro, a Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais) elevou sua estimativa de exportação de milho no mês para 5,44 milhões de toneladas ante as 4,8 milhões de toneladas estimativas anterior e as 4,15 milhões esperadas inicialmente.

Para chegar neste volume, o país teria que ter embarcado mais 543.563,6 toneladas no mês, com um aumento de 27.178,18 toneladas em cada um dos 20 dias úteis de novembro.

Em entrevista ao Notícias Agrícolas na última segunda-feira (30), o analista de grãos do Rabobank, Victor Ikeda, afirmou que o Brasil deve encerrar este atual ciclo de exportações com um volume entre 32 e 33 milhões de toneladas, impulsionado pelo aumento dos embarques nesta reta final de ano.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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