Milho segue em queda na B3 no começo desta sexta-feira

Publicado em 04/12/2020 09:21 e atualizado em 04/12/2020 11:09 1115 exibições
Chicago cai com baixa nas exportações semana a semana

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A sexta-feira (04) se inicia com movimentações em campo misto para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam flutuações entre 1,02% negativo e 0,36% positivo por volta das 09h14 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 71,88 com perda de 1,02%, o março/21 valia R$ 72,98 com queda de 0,50%, o maio/21 era negociado por R$ 71,00 com estabilidade e o julho/21 tinha valor de R$ 67,00 com elevação de 0,36%.

A última quinta-feira foi mais um dia de baixa para o mercado futuro brasileiro, com os principais contratos do cereal registrando perdas de 2,88% para o janeiro/21, 1,81% para o março/21, 1,32% para o maio/21 e 0,82% para o julho/21.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho futuro começaram a sexta-feira caindo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam movimentações negativas entre 2,50 e 3,00 pontos por volta das 09h05 (horário de Brasília).

O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,20 com perda de 2,50 pontos, o março/21 valia US$ 4,24 com baixa de 2,50 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,26 com queda de 2,50 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,26 com desvalorização de 3,00 pontos.

Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros de milho caíram no comércio da madrugada após os números de vendas de exportação terem caído na comparação semanal, de acordo com os relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Apesar da recente desaceleração nas vendas de exportação, os importadores prometeram comprar 38,3 milhões de toneladas de milho desde o início do ano de comercialização em 1º de setembro, um aumento de 162% em relação ao mesmo período do ano passado, disse o USDA.

Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:

>> Preço do milho fecha a quinta-feira desvalorizado no Brasil

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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