Milho encerra a terça-feira (23) com altas no mercado físico, B3 e Chicago

Esta terça-feira (23) chega ao final com os preços do milho no mercado físico, na maioria, estáveis. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, foram percebidas valorizações em Cândido Mota/SP (0,67% e preço de R$ 75,00), Porto Paranaguá/PR (1,22% e valor de R$ 83,00), e Porto de Santos/SP (1,32%, valendo R$ 77,00).
Confira como ficaram todas as cotações nesta segunda-feira
B3
Os preços futuros do milho terminaram a terça-feira registrando altas na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registraram movimentações positivas entre 0,77% e 1,74% ao final da terça-feira.
Por volta das 16h21 (horário de Brasília), o vencimento março/21 foi cotado à R$ 88,30 com alta de 1,15%, o maio/21 valeu R$ 88,21 com ganho de 0,95%, o julho/21 foi negociado por R$ 82,35 com valorização de 0,77% e o setembro/21 teve valor de R$ 79,15 com elevação de 1,74%.
Segundo informações do consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, no Brasil, o mercado do cereal é influenciado pelo ritmo lento da colheita e marcado por poucos negócios.
"Ainda há muita indefinição no mercado, com o Congresso votando medidas de apoio ao retorno do Auxílio Emergencial, dólar agitado, mudanças na Petrobras, e tudo isso acontecendo 'na boca' da colheita da safra de verão e no momento do plantio da safrinha", explicou.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também visualizou as cotações internacionais do milho futuro nesta terça-feira (23), na maioria, em alta. As principais cotações registraram movimentações positivas entre 1,75 e 3,00 pontos ao final do dia, com exceção do contrato de setembro, que teve leve queda.
Em torno de 16h19 (horário de Brasília), o vencimento março/21 foi cotado à US$ 5,54 com ganho de 3,00 pontos, o maio/21 valeu US$ 5,53 com valorização de 2,50 pontos, o julho/21 foi negociado por US$ 5,43 com elevação de 1,75 pontos e o setembro/21 teve valor de US$ 4,90 com recuo de 0,25 pontos.
No caso do mercado externo, Brandalizze pontua que o inverno polar que atinge os principais estados produtores tem prejudicado os preparativos do plantio. Soma-se à isso a China retomando as compras após o feriadão do Ano Novo Lunar, mas com poucos vendedores.
"Em Chicago há uma pressão positiva, porque além da demanda chinesa, o milgo está sendo muito demandado para o uso em rações, já que esse rigor no inverno faz com que os animais de criação precisem ficar mais tempo confinados", disse.
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