Exportação de milho segue bem abaixo do ano anterior, mas preço médio da tonelada subiu mais uma vez

Publicado em 14/06/2021 18:12 e atualizado em 14/06/2021 19:13 1018 exibições
Movimentações mais lentas levaram Conab a reduzir expectativa de exportação para safra 2020/21

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O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas durante as duas primeiras semanas do mês de junho.  

Nestes 8 dias úteis do mês, o Brasil exportou 1.621,5 toneladas de milho não moído. Este volume representa aumento de 910,8 toneladas com relação ao exportado até a primeira semana de junho (710,7) e é apenas 11,64% do total contabilizado durante o último mês de maio todo (13.919,9).

No comparativo anual, no sexto mês do ano, o país embarcou até aqui apenas 0,51% de tudo o que foi registrado durante junho de 2020 (312.210,8).  

Com isso, a média diária de embarques ficou em 202,7 toneladas, patamar 69,42% menor do que a média do mês passado (662,9 toneladas). Em comparação ao mesmo período do ano passado, a média de exportações diárias é 98,64% menor do que as 14.867,2 do mês de junho de 2020.  

Em termos financeiros, o Brasil exportou um total de US$ 2.091,00 mil no período, contra US$ 50.887,1 mil de todo junho do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou decréscimo de 89,21% ficando com US$ 261,40 mil por dia útil contra US$ 2.423,2 milhões em junho de 2020.  

Já o preço por tonelada obtido registrou elevação de 691,21% no período, saindo dos US$ 163,00 no ano passado para US$ 1289,60 neste mês de junho.

Em seu útlimo relatório mensal, divulgado na quinta-feira (10), a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) revisou o que espera para exportação, reduzindo o número de 35 milhões de toneladas esperadas até maio, para 29,5 milhões de toneladas.

“A adequação ocorre diante da verificação do menor anseio dos trades em comercializar o grão para o mercado externo, posto que as cotações do cereal no mercado doméstico se apresentam mais remuneradoras na atual conjuntura”, explica.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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