Em set/21, Brasil recebeu 19,95% a mais por cada uma das 1,2 milhão de t exportadas de milho em comparação à set/20

Publicado em 13/09/2021 15:13 e atualizado em 13/09/2021 16:01 71 exibições
Já no volume embarcado, média diária segue 40,68% menor do que a registrada no mesmo mês do ano passado

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Nos sete primeiros dias úteis de setembro o Brasil exportou 1.259.798,1 toneladas de milho não moído (exceto milho doce), de acordo com o relatório divulgado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). 

Este volume representa aumento de 724.964,8 toneladas com relação ao acumulado na semana anterior (534.833,3) e já é 28,96% do total alcançado durante o mês de agosto de 2021 (4.349.451,2). Por outro lado, é apenas 19,77% das 6.371.263,4 toneladas que foram exportadas durante todo o mês de setembro 2020.

Com isso, a média diária de embarques ficou em 179,971,2 toneladas, o que na comparação ao mesmo período do ano passado, representa redução de 40,68% com relação as 303.393,5 do mês de setembro de 2020. 
 
Em termos financeiros, o Brasil exportou um total de US$ 246,323,5 mil no período, contra US$ 1.038.565,9 mil de todo setembro do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou decréscimo de 28,85% ficando com US$ 35.189,10 por dia útil contra US$ 49.455,50 em setembro de 2020.  

Por outro lado, o preço por tonelada obtido registrou elevação de 19,95% no período, saindo dos US$ 163,00 no ano passado para US$ 195,00 neste mês de setembro.

De acordo com os dados consolidados da Secex, de janeiro até agosto, o Brasil já exportou 9.980.749 toneladas de milho, número 25,9% menor do que o mesmo período do ano anterior.

Segundo o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, o momento é de poucos negócios acontecendo e oferta interna sendo aumentada. Ele relata que a exportação paga por volta de R$ 82,00 a saca, então muitos destes volumes acabam sendo redirecionados para o mercado interno, em um quadro de aumento de oferta.

Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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