Ministro quer Brasil exportando milho para China ainda em 2022
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As discussões entre Brasil e China estão abertas para liberar a exportação de milho brasileiro para o país asiático. No último mês de maio, a autoridade alfandegária da China já havia assinado um acordo com o Brasil para permitir essas operações, que ainda demandava acordos para embarques de certos tipos de milho transgênico.
Apesar de analistas convergirem para a projeção de que essa exportação teria início apenas em 2023, o Ministro da Agricultura do Brasil, Marcos Montes, acredita que possa haver essa liberação ainda no decorrer de 2022.
“O protocolo inicial era da safra seguinte. O que estamos discutindo, foi discutido hoje já, e será discutido nos próximos dias, é se a gente vai poder exportar da safra atual. Exatamente pela grande produção que nós tivemos. E eles querem. Eles já querem imediatamente”, disse Montes a jornalistas em um evento realizado nesta segunda-feira.
As lideranças da Abramilho, (Associação Brasileira dos Produtores de Milho), também acreditam no início das transações ainda neste ano. Também neste mês de julho, o presidente da entidade, Cesário Ramalho, havia dito em coletiva que esperava avanço nessas negociações para liberação dos transgênicos que são cultivados no Brasil.
2 comentários
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC
Evidente que não se põe um microfone na mão de um jumento qualquer, precisa ser um de terno e gravata.
Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC
Põe um microfone na mão de um idiota e ele pode falar as asneiras que quiser. É um sistema composto de milhares de jumentos onde há 1 só que fala. E o truque é bem simples, exportar barato para depois vermos o preço explodir quando não há mais produto. Ninguém no Brasil ganha, só os chineses. O ministro colabora, a conab colabora, o USDA colabora, todos unidos para ferrar com o produtor de grãos e com os granjeiros. As indústrias dos amigos sempre tem o dinheiro público para fazer o mata mata ad eternum. E o que a conab vai fazer? Vai ajustar a diminuição da produção ao longo dos meses, quando chegar em setembro do ano que vem ninguém mais lembrará das estimativas e dados consolidados de agora. Contam evidentemente com a ignorancia dos produtores.