Preço do milho começa a segunda-feira recuando na B3
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A segunda-feira (29) começa com os preços futuros do milho operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 63,58 e R$ 64,68 por volta das 10h14 (horário de Brasília).
O vencimento março/24 era cotado à R$ 64,68 com queda de 1,15%, o maio/24 valia R$ 64,61 com desvalorização de 1,18%, o julho/24 era negociado por R$ 64,45 com perda de 0,85% e o setembro/24 tinha valor de 63,58 com baixa de 0,89%.
O Consultor de Gerenciamento de Risco da StoneX, Étore Baroni, ressalta que existem fatores internacionais que devem trazer peso para o milho no Brasil e manter as cotações pressionadas.
Baroni destaca uma produção grande nos Estados Unidos, que elevou bastante os estoques norte-americanos, e a retomada da produção de milho na Argentina nesta safra após as altas perdas do último ciclo. Na visão o consultor, esses fatores têm peso para compensar as perdas do Brasil, pressionar os preços internacionais e afetar negativamente a nossa paridade de exportação, que é o que vai balizar as cotações internas.
Mercado Externo
Na Bolsa de Chicago (CBOT) os preços internacionais do milho futuro também abriram as atividades desta segunda-feira operando no campo negativo, que recuos contabilizados por volta das 10h05 (horário de Brasília).
O vencimento março/24 era cotado à US$ 4,43 com desvalorização de 2,75 pontos, o maio/24 valia US$ 4,53 com perda de 2,75 pontos, o julho/24 era negociado por US$ 4,61 com baixa de 2,50 pontos e o setembro/24 tinha valor de US$ 4,66 com queda de 2,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os contratos do milho futuro em Chicago caíram acompanhando as baixas de soja e trigo nos negócios da madrugada.
“Os contratos futuros de trigo despencaram em meio às fortes chuvas em áreas dos Estados Unidos onde as variedades de inverno são cultivadas e diante de sinais de fraca demanda. Os futuros da soja também caíram durante a noite devido à fraca demanda pelos suprimentos dos EUA”, aponta Tony Dreibus, analista da Successful Farming.
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