Milho perde mais de 1% em Chicago nesta 3ª feira e, ao lado do dólar, pressiona mercado na B3
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Os preços do milho têm uma nova sessão de baixas tanto na B3, quanto na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (25). Na B3, quem sofre mais é o contrato maio, que perde mais de 1% novamente, sendo cotado a R$ 78,70 por saca. Os demais contratos perdiam de 0,03% a 0,07%, com o o setembro valendo R$ 72,68.
"Na B3, os contratos futuros passam por uma realização de lucro, com o mercado atento à entrada do milho verão", informou a Pátria Agronegócios.
O mercado tem estado bastante volátil, com as energias divididas entre a colheita da safra de verão, o avanço do plantio do milho safrinha e os negociadores mais cautelosos diante dos atuais patamares de preços. Do mesmo modo, nesta terça-feira, a pressão sobre as cotações no mercado futuro brasileiro vem também da queda do dólar frente ao real.
A moeda americana, perto de 14h55 (Brasília), recuava 1%, voltando aos R$ 5,70, o que contribuia para o recuo das cotações. No mercado físico, apesar da pressão trazida em partes pelo dólar, os preços ainda se mantinham altos, refletindo o cenário fundamental, de oferta apertada e demanda ainda bastante presente.
A queda dos futuros na Bolsa de Chicago também estavam no radar dos players do mercado.
BOLSA DE CHICAGO
Na Bolsa de Chicago, as perdas entre os contratos mais negociados variavam de 3 a 6,50 pontos, com as perdas mais intensas se registrando nos contratos mais próximos. Assim, o maio tinha US$ 4,58 e o setembro, US$ 4,41 por bushel.
"Em Chicago, a preocupação com a possível reativação das tarifas sobre o México e a queda do trigo pressionam o cereal", complementa a Pátria sobre o mercado futuro norte-americano.
E assim, quem lidera o movimento de baixas entre as agrícolas em Chicago é o milho, com perdas que passam de 1%, acompanhado pelo trigo, com perdas também expressivas, e pelo farelo, que cede mais de 0,8% na tarde desta terça-feira.
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