USDA eleva produção de milho dos EUA e Chicago responde com futuros derretendo nesta terça-feira
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Os preços futuros do milho seguem operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta terça-feira (12). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 64,75 e R$ 73,65 por volta das 13h28 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/25 era cotado a R$ 64,75 com queda de 0,84%, o novembro/25 valia R$ 67,00 com desvalorização de 0,92%, o janeiro/26 era negociado por R$ 70,10 com perda de 0,83% e o março/26 tinha valor de R$ 73,65 com baixa de 0,61%.
Mercado Externo
Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho futuro amplificaram suas movimentações negativas, registrando recuos de dois dígitos por volta das 13h20 (horário de Brasília).
O vencimento setembro/25 era cotado a US$ 3,74 com desvalorização de 10,25 pontos, o dezembro/25 valia US$ 3,97 com queda de 10,25 pontos, o março/26 era negociado por US$ 4,15 com baixa de 10 pontos e o maio/26 tinha valor de US$ 4,25 com perda de 9,50 pontos.
A reação negativa veio após a divulgação do novo relatório de Oferta e Demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que elevou a produção de milho dos EUA de 398,93 milhões de toneladas para 425,26 milhões, um ganho de 26,33 milhões de toneladas que á a maior alta já registrada em um único relatório.
“O milho sofre pressão imediata. Com oferta tão abundante, o mercado deve enfrentar preços mais pesados no curto prazo, salvo algum evento climático inesperado ou explosão nas exportações”, destaca a análise da Royal Rural.
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