Milho fecha 6ªfeira se movimentando pouco na B3 e registrando desvalorizações semanais
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A sexta-feira (26) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro contabilizando, em sua maioria, movimentações negativas.
Segundo a análise da Agrinvest, a sexta-feira terminou com desvalorização para os futuros de milho na CBOT, assim como para a soja e óleo de soja.
“A desvalorização vem pela correção de alta das sessões anteriores, valorização que havia sido impulsionada pela alta do petróleo, mediante ao aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia nos últimos dias. Com as declarações de Zelensky sobre a continuidade das negociações para um acordo de par, parte do risco foi retirado, pressionado os ativos”, explicam os analistas.
“Sendo assim, o mercado volta a acompanhar a evolução da safra brasileira de soja e o ritmo das compres e cobertura da China”, acrescenta a consultoria.
O vencimento março/26 foi cotado a US$ 4,50 com queda de 1 ponto, o maio/26 valeu US$ 4,58 com perda de 0,75 ponto, o julho/26 foi negociado por US$ 4,64 com baixa de 0,25 ponto e o setembro/26 teve valor de US$ 4,58 com alta de 1 ponto.
No acumulado semanal, os contratos do cereal norte-americano registraram ganhos de 1,41% para o março/26, de 1,50% para o maio/26, de 1,48% para o julho/26 e de 1,61% para o setembro/26.
Mercado Externo
Na Bolsa Brasileira (B3), os preços futuros do milho registraram movimentações negativas nesta sexta-feira.
De acordo com os analistas da Agrinvest, a semana termina com o mercado bastante travado, operando basicamente por entregas pontuais de contratos.
“Pelo lado da demanda, o varejo segue fora do mercado e deve retomar apenas no início do próximo ano. O produtor segue em compasso de espera, sem grandes decisões no curto prazo”, detalha a consultoria.
“No campo, o clima está favorável, mas ainda são necessárias novas chuvas para sustentar a boa qualidade das lavouras”, acrescentam os analistas.
Confira como ficaram todas as cotações nesta sexta-feira
O vencimento janeiro/26 foi cotado a R$ 70,09 com desvalorização de 1,04%, o março/26 valeu R$ 74,63 com queda de 0,28%, o maio/26 foi negociado por R$ 73,84 com baixa de 0,49% e o julho/26 teve valor de R$ 70,68 com perda de 0,03%.
No acumulado semanal, os contratos do cereal brasileiro registraram desvalorizações de 1,21% para o janeiro/26, de 1,24% para o março/26, de 1,40% para o maio/26 e de 0,17% para o julho/26.
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