AGWeb: mercado de grãos se mantém imune à onda de notícias negativas do mercado financeiro

Publicado em 27/01/2014 14:22 e atualizado em 27/01/2014 15:46 851 exibições
Enquanto a economia global arrasta os mercados de ações, o milho e a soja fecham em alta

Após muitos anos de notícias positivas, o mercado de ações dá sinais de que está recuando. As bolsas norte-americanas caíram, levando o índice industrial da Dow Jones para a maior queda desde maio de 2012, ao mesmo tempo em que bolsas de todo o mundo caem, em meio a uma onda de vendas de moedas de mercados emergentes, de acordo com um relatório publicado pela Bloomberg.

Segundo analistas do site norte-americano Agweb, sobre o agronegócio, o mercado de grãos se mantém imune à onda de notícias negativas do mercado financeiro.   

Jerry Gulke, presidente do Grupo Gulke, afirma que “Dow Jones irá fazer uma reversão negativa importante esta semana, o que não é uma boa notícia... Talvez, após este período positivo de quatro a cinco anos no mercado de ações, veremos uma pausa”.

Gulke afirma que as notícias negativas do mercado de ações são desestimuladoras, pois são um sinal de instabilidade econômica. 

As únicas boas notícias, segundo ele, são que a soja e o milho fecharam próximo do positivo na sexta-feira (24). “Mesmo com o clima frio e os rios fechados para transporte, o mercado de grãos não teve um colapso esta semana”.

Ele afirma que os preços estão baixos o suficiente, por isso o mercado já absorveu grande parte das notícias negativas sobre a situação dos estoques. 

Mercado da China
Outro fator que movimentou o mercado esta semana foi a China. Rumores de que o país estaria cancelando cargos de soja dos Estados Unidos para comprar no Brasil persistem. 

“O mercado acredita que eles estão cancelando, mas ainda não confirmamos nenhum cancelamento”. Gulke acrescenta ainda que os Estados Unidos também está vendendo para outros mercados e, embora a China não esteja comprado muito milho, o mercado do grão também não entrou em colapso.

Informações: Agweb 

Tradução: Fernanda Bellei

Fonte:
Notícias Agrícolas

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