Aécio aumenta diferença em SP e Minas. Dilma estaciona

Publicado em 26/10/2014 01:01 e atualizado em 26/10/2014 01:47 1733 exibições
No Estadão: Pesquisas podem indicar alta de Aécio, diz especialista. Datafolha: ANÁLISE - Acesso à informação (midias sociais) pode definir pleito

Na última fase do segundo turno, o senador Aécio Neves (PSDB) deu sinais de reação na região Sudeste, a mais populosa do país e, portanto, a mais importante do ponto de vista da corrida eleitoral.

Na pesquisa Datafolha feita na sexta e neste sábado (25), Aécio oscilou dois pontos para cima no conjunto dos quatro Estados do Sudeste, passando de 54% para 56% na conta dos votos válidos (sem considerar brancos, nulos e indecisos). Na primeira pesquisa do segundo turno, finalizada no dia 9, ele tinha 62% na região

O movimento mais notável do tucano foi em Minas Gerais, Estado onde foi governador entre 2003 e 2010. Depois de passar duas rodadas do Datafolha empatado com Dilma em Minas por 50% a 50%, Aécio subiu quatro pontos, abrindo assim uma vantagem de oito pontos sobre a rival.

Em São Paulo, o maior colégio com 22% do eleitorado nacional, Aécio passou de 60% para 63% desde o dia 21. Entre os paulistas, ele começou o segundo turno com 67%.

Diferentemente do que ocorre em São Paulo e Minas, o Rio é francamente mais favorável à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). A pesquisa concluída neste sábado mostrou que ela ganha do tucano no Estado por 58% a 42%. Mesmo assim, o patamar de Aécio entre os fluminenses é um ponto superior ao da pesquisa anterior.

É a combinação de todas essas variações que explica a oscilação positiva do tucano nos resultados totais do Datafolha. Computando dados de todo o Brasil, Aécio oscilou de 47% para 48% em relação à pesquisa anterior. E Dilma variou de 53% para 52%, voltando assim à situação de empate técnico no limite máximo da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos.

Essa variação nos dados nacionais não foi maior porque o último resultado de Dilma na região Sul foi dois pontos acima que o observado anteriormente. Ela tinha 43% no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná somados, apareceu com 45% no levantamento recente.

O Datafolha ouviu 19.318 eleitores por encomenda da Folha e da TV Globo. O nível de confiança do levantamento é 95% (em 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro da pesquisa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-1210/2014.

60% dos eleitores viram debate da Globo; 36% acham que Aécio foi melhor

último debate do segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PT), na Globo, foi visto por 60% dos eleitores, segundo pesquisa Datafolha. Desses, 29% disseram ter assistido o tempo todo, enquanto 31% afirmaram ter visto partes.

Dentro os questionados pelo Datafolha que declaram votos em Aécio, 66% assistiram ao debate, enquanto 58% dos eleitores de Dilma acompanharam.

Dos que viram a transmissão, 36% disseram que Aécio se saiu melhor —para 27%, a vitoriosa foi Dilma. Para 6% os dois se saíram bem, enquanto para 4%, nenhum se destacou.

Uma fatia significativa —27% dos eleitores que assistiram ao programa— não soube indicar quem teve melhor desempenho, diz o Datafolha.

Dos entrevistados que se disseram indecisos, 49% viram o debate; 25% avaliaram que o tucano foi melhor, e 7% acharam que foi a petista. Dos eleitores de Aécio, 69% acreditam que seu candidato venceu; entre os que declaram voto em Dilma, 51% dizem que a vencedora foi ela.

ANÁLISE

Acesso à informação pode definir pleito

Disputa entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) neste domingo é a mais disputada no período pós-redemocratização

MAURO PAULINODIRETOR-GERAL DO DATAFOLHAALESSANDRO JANONIDIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA

O brasileiro decide hoje a mais disputada eleição para presidente da República pós-redemocratização. A inversão de nomes na liderança numérica trouxe mais dramaticidade ao confronto. O equilíbrio na véspera é o penúltimo ato do ineditismo que marca a sucessão de 2014.

A história que começou no apoio majoritário às manifestações de 2013, passou pelas turbulências pré-Copa, pela morte de Eduardo Campos, pela ascensão e queda de Marina e se completa no embate intenso do segundo turno, aguarda a decisão do eleitor.

Como já havia alertado no primeiro turno, o Datafolha esclarece que os dados divulgados neste sábado (25) refletem a intenção de voto da população nos dois dias que antecederam o pleito.

Entre a predisposição à uma candidatura e a concretização do voto, há fatores na dinâmica da escolha durante o final de semana que agem sobre os resultados que serão apurados nas urnas.

A abstenção e os erros na digitação dos números são exemplos. Se concentrados em determinado perfil do eleitorado podem diminuir ou abrir a distância dos resultados que serão obtidos pelos candidatos.

Mas, no caso da urna eletrônica, a dificuldade no segundo turno é menor. O eleitor não terá que votar para deputados e senador antes de governador ou presidente.

Em determinado nicho do eleitorado porém, com maior acesso à informação, a repercussão do último debate e o noticiário recente, inclusive novas denúncias contra o governo, podem emular ao longo do final de semana com maior potencial de influência sobre o voto.

Com isso, um fenômeno pouco explorado nas análises sobre a eleição deste ano acaba por assumir nas últimas horas um papel de fundamental importância para as estratégias das campanhas --as redes sociais.

A maioria dos eleitores tem acesso à internet (60%), sendo que boa parte (44%) por celular. Praticamente metade (47%) têm contas em redes sociais, taxa que vai a 82% entre os mais escolarizados e entre os mais jovens.

Do total de eleitores do país, 22% admitem ter compartilhado matérias sobre as eleições deste ano e 36% afirmam buscar informações sobre o assunto nas redes sociais. Fora isso, 18% dos entrevistados dizem sofrer influência desse meio na definição do voto agora no segundo turno.

Movimentações ou a falta de variações na preferência do eleitorado no final de semana podem ser em grande parte o resultado da reverberação veloz e abrangente nas redes sociais dos lances derradeiros de cada candidatura junto a segmentos da classe média que nos últimos dias se apresentaram volúveis.

Elas reúnem em um mesmo ambiente as novas, as tradicionais e as mais diversas fontes de informação, que potencializam o debate com amigos e parentes.

PARTICIPAÇÃO

Com esse complexo dinamismo na composição do voto, fica fácil compreender porque 15% dos brasileiros definiram o candidato no dia ou na véspera do primeiro turno da disputa.

Também pode explicar o porquê de Marina Silva, com sua proposta de "Rede", chegar a ocupar espaço tão importante nesse perfil do eleitorado brasileiro.

Se tivesse decodificado o que de fato significa "o desejo de mudança", "a nova política", a mensagem real de junho de 2013, a ambientalista seria uma das finalistas.

Afinal, para metade dos que hoje vão as urnas, a crise de representação se agravará e a(o) eleita(o) necessariamente deverá facilitar para a população aquilo que as redes sociais e as manifestações mais possibilitaram --a participação.

 

No Estadão: Pesquisas podem indicar alta de Aécio, diz especialista

A redução na distância entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) nas pesquisas Ibope e Datafolha pode ser sinal de que a intenção de votos no candidato tucano está com viés de crescimento, influenciada pelas denúncias de corrupção na Petrobras envolvendo a petista e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, avalia o cientista político Humberto Dantas.

As pesquisas Datafolha e Ibope, publicadas neste sábado (25) mostram queda na diferença entre Dilma e Aécio. Segundo o Datafolha, Dilma oscilou de 53% para 52% dos votos válidos, enquanto Aécio foi de 47% para 48%. Já segundo o Ibope, Dilma passou de 54% para 53%, enquanto Aécio oscilou de 46% para 47%.     

"Pode ser que Aécio tenha conseguido reverter o quadro, com uma tendência de crescimento dos votos a seu favor", afirmou o cientista político Humberto Dantas. Outro ponto favorável a Aécio foi seu desempenho no debate realizado na noite de sexta-feira (24), na TV Globo. Na avaliação de Dantas, o tucano se saiu melhor. "Aécio teve mais desenvoltura, falou melhor no debate", disse. 

Por outro lado, Dantas ponderou que as pesquisas tiveram captação limitada dos efeitos da denúncia de corrupção e da audiência no debate, uma vez que as entrevistas com eleitores foram realizadas ao longo de sexta-feira e hoje. Se houvesse uma nova pesquisa nos próximos dias, o efeito das denúncias e do debate ficariam mais claros, argumentou o cientista político. 

Dantas acrescentou que ainda há cerca de 5% dos eleitores indecisos, segundo as pesquisas. Apesar do número ser pequeno, é suficiente para definir a eleição neste domingo, uma vez que a distância é muito apertada nas intenções de votos aos dois candidatos. "Esses 5% podem mudar as eleições", afirmou.

 

Eleições 2014 - em VEJA (por Lauro Jardim):

“Eu rasgo o meu diploma”

Os responsáveis pelos trackings do PSDB têm dito a Aécio Neves que rasgam seus diplomas se estiverem errados em suas sondagens. Por elas, Aécio está à frente de Dilma Rousseff.

Por Lauro Jardim

 

O DataNunes constata: com 54%, Aécio vai derrotar as milícias do lulopetismo, os videntes do Datafolha e as ciganas do Ibope

Neste sábado, os videntes do Datafolha trataram de refugiar-se num “empate técnico” e aguardar o resultado da eleição presidencial ali entrincheirados. Vão passar menos vergonha que as ciganas do Ibope, que reiteraram a opção pelo abraço de afogado e insistiram em reeleger Dilma Rousseff. Os institutos que andam errando 11 em cada 10 pesquisas naufragaram de novo, acaba de constatar o DataNunes. Com 54% dos votos válidos, Aécio Neves está oito pontos percentuais acima de Dilma Rousseff (46%).

O candidato da oposição brasileira garantiu a dianteira graças à goleada imposta a Dilma no debate da Globo e à revelação de que Lula e a sucessora sabiam de tudo o que se passava nas catacumbas infestadas de saqueadores da Petrobras. A dianteira foi consolidada depois do ataque promovido por milícias lulopetistas à sede da Editora Abril e de outras manifestações de ódio à democracia protagonizadas por devotos da seita liberticida.

Avaliadas a direção e a força dos ventos eleitorais, medida a temperatura política, examinados os fatos, ouvida a voz da sensatez, o quinto e último boletim do DataNunes informa que, por determinação do povo brasileiro, a era da canalhice está chegando ao fim.

(por Augusto Nunes)

 

As pesquisas: Aécio está em ascensão. Ou: Melhor enfrentar as dificuldades andando institucionalmente para a frente, com o tucano, do que para trás, com Dilma

Quem vai ganhar a eleição? Não sei. Espero que seja Aécio Neves, do PSDB. Certas ou erradas, as respectivas pesquisas dos dois institutos mais conhecidos, Ibope e Datafolha, captam o que parece inequívoco: o tucano está recuperando votos. Vários fatores podem ter contribuído para isso. Um deles, certamente, é o debate da TV Globo, com 30 pontos de audiência, coisa digna, assim, de um jogo entre Corinthians e Flamengo. O desempenho de Aécio, reconhecem os próprios petistas, foi arrasador; o de Dilma, constrangedor. Se havia gente em dúvida sobre quem parece mais competente para dirigir o país, não foi difícil tomar uma decisão.

Há, sim, o efeito da reportagem publicada por VEJA na sexta-feira. Segundo Alberto Youssef, Dilma e Lula sabiam das lambanças ocorridas na Petrobras. A propósito: agora não é mais só a VEJA. A Folha e o Estadão reafirmaram a apuração da revista, como se isso fosse necessário. Estamos lidando com fatos, não com o boatos, desde a primeira hora. Se alguém mentiu, não foi a imprensa.  O PT, Lula e Dilma vão processar também os dois jornais?

Dilma foi à TV, no horário eleitoral, demonizar a revista, estimulando uma verdadeira campanha do ódio contra a publicação. No dia seguinte, uns 10 ou 12 truculentos foram à porta da Editora Abril para protestar. Até aí, vá lá. Mas fizeram a seu modo: picharam a área externa do prédio, rasgaram exemplares da revista, pediram “controle social da mídia” — outro nome para a censura. Sim, eram eleitores de Dilma. Ela não mandou ninguém quebrar nada, é claro. À medida, no entanto, que uma presidente da República sataniza abertamente uma publicação que apenas cumpriu o seu dever,  é evidente que está emitindo um sinal.

Aliás, a presidente emite um péssimo sinal também para a hipótese de ter um segundo mandato. A exemplo do que já faz o seu partido, é possível que queira governar com a faca nos dentes, num ambiente em que terá metade do eleitorado na oposição, uns 20% que se abstiveram, quase 10% que não votaram em ninguém, uma economia com crescimento perto de zero, pressão inflacionária, baixos investimentos… Se ganhar, Dilma vai ter de arcar com as consequências de ter exercitado o discurso do ódio, do rancor e do confronto.

Esses fatores todos, tudo indica, estão pesando na reta final. Vamos ver. Em dois dias, a distância no Ibope e no Datafolha caiu dois pontos: é de seis a favor da petista no primeiro instituto (53% a 47%) e de quatro, na margem de erro, no segundo: 52% a 48%. No MDA, Aécio aparece numericamente à frente 50,3% a 49,7%.

Acho, sim, que a diferença tende a ser apertada e torço para que esteja em curso uma onda pró-Aécio — ou que a onda sempre tenha existido e jamais tenha sido percebida por alguns institutos. É o melhor para o Brasil. A vida do futuro governante não será fácil, qualquer que seja o eleito. Mas é melhor enfrentar as dificuldades andando institucionalmente para a frente — com Aécio — do que para trás, com Dilma.

Por Reinaldo Azevedo

Ato em favor de Aécio junta 8 mil pessoas em SP; em favor de Dilma, 300. Veja imagens de dois Brasis: qual você quer?

Vejam esta imagem:

 veja no masp 2

Ela estava pendurada em frente ao Masp, na Paulista, área já tradicional de manifestações políticas. Sim, é uma reprodução da capa da mais recente edição da VEJA, que traz uma reportagem informando que o doleiro Alberto Youssef confessou à Polícia Federal e ao Ministério Público que Dilma Rousseff e Lula sabiam da roubalheira na Petrobras. A PROPÓSITO: REPORTAGENS DA FOLHA E DO ESTADÃO APURARAM A MESMA COISA. PERGUNTO DE NOVO: LULA E DILMA VÂO PROCESSÁ-LOS TAMBÉM?

Agora vejam isto:

aprotesto abril

É o saldo do vandalismo de uma dezena de brucutus, que se reuniram ontem à noite em frente à editora Abril, estimulados pelo discurso de ódio da presidente Dilma Rousseff. Jogaram lixo na área externa do prédio, picharam placas, ameaçaram invadir.

Nunca é demais reiterar — e ainda voltarei ao tema: É UMA MENTIRA ESTÚPIDA A HISTÓRIA DE QUE A VEJA ANTECIPOU A EDIÇÃO. Basta ver o que aconteceu no primeiro turno e em eleições passadas. Mas que se note: ainda que tivesse antecipado, a gravidade da informação o justificaria. E mais pode ser dito: o governo federal e o PT não decidem quando uma revista pode ou não ser publicada e qual deve ser seu conteúdo.

A lógica da intimidação não é nova. Nunca funcionou. Nem vai funcionar, ganhe Dilma a eleição ou não.

As imagens acima revelam as ações de dois tipos de pessoas, de duas posturas, de duas moralidades. Com qual Brasil você prefere ficar?

Ah, sim: os petistas também marcaram um ato em favor da candidatura Dilma, com a presença do presidente do PT estadual, Emídio de Souza. Apareceram 300 pessoas. São Paulo sabe muito bem quem sobe e desce a rampa.

Por Reinaldo Azevedo

Missão cumprida: agora é com vocês!

Carlos leitores,

Nunca trabalhei tanto em minha vida. Nem quando era analista de empresas em uma gestora de recursos, época em que chegava a ficar 12 horas ininterruptas no escritório. Lá, era movido pelo desejo de enriquecer. O que considero louvável, ao contrário dos hipócritas de esquerda, que condenam a ganância alheia enquanto só pensam em encher os próprios bolsos.

O que condeno é a ambição desmedida, como a de alguns banqueiros de investimento, conhecidos por estarem dispostos a vender a própria mãe para ficarem ainda mais ricos. Um desses, já bilionário, doou milhões para a campanha… de Dilma. Mas quem quer ganhar dinheiro com ética merece aplausos: são esses que produzem riqueza e empregos para o país.

Dito isso, reconheço que minha motivação agora foi maior e mais nobre. Trabalhei sem parar por algo em que acredito. Alguns me acusam de ser parcial, como se os jornalistas da imprensa fossem imparciais. Os mais “neutros” sempre têm lado, e invariavelmente é o errado, do governo. Apenas simulam isenção. Não sou jornalista, e sim economista, com um blog de opinião. E tenho partido! Não político, pois não sou filiado a nenhum. E sim o partido da verdade, da democracia, da liberdade.

Foi com base nisso, nesses valores e princípios, que trabalhei dia e noite para ajudar a tirar o PT do poder, a derrotar Dilma. O Brasil não merece mais quatro anos disso que está aí, dessa roubalheira toda, dessas mentiras, baixarias, dessa incompetência, dessa péssima gestão econômica, desse aparelhamento da máquina estatal, desse autoritarismo.

Movido apenas pela paixão pela liberdade e por sentimento patriótico – pois sempre seremos apátridas morando em outro país – fiz o melhor que pude, que estava ao meu alcance. Posso ter me excedido no tom alguns vezes, e peço desculpas por isso. Não é fácil aturar o que faz o lado de lá, pois não estamos lidando com gente que respeite o debate civilizado, a troca de ideias com foco nos argumentos, a própria democracia. Não tenho sangue de barata, e a própria Veja já me chamou de “trovão da razão” por isso.

Mas creio que o resultado foi positivo. Quem diz isso, na verdade, são vocês. Muitos chegaram ao blog recentemente, e a quantidade de visitas aumentou muito, comprovando isso. Até agora, foram 4 milhões de visualizações de página só em outubro, e o mês nem acabou ainda. É uma marca impressionante. Estamos numa média agora, nas vésperas da eleição, de quase 300 mil visitas diárias. Fiz minha parte. Durmo com a consciência tranquila. Missão cumprida.

Agora é com vocês! Que cada um convença algum indeciso ainda, tente mostrar o que está em jogo, que é a nossa própria democracia em perigo. Que “arrastem” aqueles que pretendem se abster nesse momento crucial de nossa história, para votarem, para contribuírem com um país melhor e mais livre. Não é hora de recuar. Não é hora de se acovardar, ou de mostrar indiferença. Vamos juntos para a vitória do Brasil contra o PT e tudo que ele representa de podre!

Rodrigo Constantino

 

EX-ADVOGADO DA CAMPANHA DE DILMA, QUE ESTÁ NO TSE, CENSURA CAMPANHA PUBLICITÁRIA DA VEJA E CONCEDE DIREITO DE RESPOSTA AO PT. REVISTA RECORRE AO SUPREMO

Admar Gonzaga, esse de gravata vermelha, censurou a publicidade e concedeu direito de resposta

Admar Gonzaga, esse de gravata vermelha, censurou a publicidade e concedeu direito de resposta

O TSE decidiu censurar a publicidade habitual que a revista VEJA faz de suas edições, a exemplo de qualquer outro veículo de comunicação. Por quê? Porque traz a reportagem informando que, segundo Alberto Youssef, Dilma Rousseff e Lula sabiam da roubalheira na Petrobras. O texto também informa que o doleiro se dispôs a ajudar a polícia a localizar contas secretas do PT no exterior.

Segundo o ministro Admar Gonzaga, “ainda que a divulgação da VEJA apresente nítidos propósitos comerciais, os contornos de propaganda eleitoral, a meu ver, atraem a incidência da legislação eleitoral, por consubstanciar interferência grave em detrimento de uma das candidaturas”.

Gonzaga foi advogado da campanha presidencial de Dilma em 2010. A justificativa é absurda: “em detrimento de uma das candidaturas” por quê? Quer dizer que, se houvesse um outro doleiro que disse algo parecido sobre o PSDB, aí tudo bem? Uma revista agora fica obrigada a fabricar escândalos “do outro lado” quando topa com o escândalo “de um dos lados”? O nome disso é censura.

A ABI (Associação Brasileira de Imprensa) classificou a decisão provisória do TSE de “inconstitucional”. Segundo a entidade, “a intervenção do TSE, além de extemporânea, fere a liberdade de imprensa, agride o Estado de Direito e conspurca os princípios que regem a atividade econômica em nosso país”.

Direito de resposta?
Admar Gonzaga está mesmo inquieto. Há pouco, concedeu à campanha de Dilma direito de resposta, determinando que o site da VEJA publique a contestação da reportagem. A revista recorreu ao Supremo contra as duas decisões.

Tenham a santa paciência. Parece que está caracterizado um ânimo de perseguição do PT contra a VEJA. Como o ministro Admar Gonzaga explica o fato de que, neste sábado, Folha e Estadão tenham publicado reportagens que endossam o que publicou VEJA, sem que os petistas tenham recorrido à Justiça?

A decisão do ex-advogado da campanha de Dilma embute um entendimento sobre o papel da imprensa: proteger candidatos de si mesmos, de suas respectivas trajetórias, de seus atos. O que ele queria? Que a revista tivesse escondido a informação?

Lembro aqui dois dispositivos constitucionais.

Inciso IX do Artigo 5º da Constituição:
“IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;”

Artigo 220:
“A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

§ 1º – Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV.

§ 2º – É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.”

Ou Admar Gonzaga não leu esses dois trechos ou decidiu não concordar com eles.

Por Reinaldo Azevedo

Política & Cia

NEIL FERREIRA: Aécio escrito nas estrelas

(Foto: Marco Miatelo/Estadão Conteúdo)

Nem Ibofe, nem DataFalha: Neil Ferreira acredita em Aécio Neves neste domingo (Foto: Marco Miatelo/Estadão Conteúdo)

Artigo de Neil eu acredito Ferreira publicado no jornal Diário do Comércio, de São Paulo

Saiu um DataFalha e eu não acreditei. Vai sair um Ibofe e eu não vou acreditar. Acredito no DataMaricy, no Data Carlinhos Sensitivo e no DataNunes, que são institutos da maior confiança.

“DataMaricy”, 20/10 às 12h58.  Maricy  afirma que Aécio ganha a eleição. Maricy é uma astróloga de renome internacional, que há mais de 20 anos fez um mapa astral surpreendente e impecável da filha.

O trecho que segue se refere ao 2º turno da eleição e é inteiro entre aspas. É uma cópia fiel do que ela postou no Facebook.

No 1º turno, quando Aécio tinha só 14 pontos, metade da Marina e menos da metade da Dilma, Maricy postou que Aécio chegaria ao 2º turno – e acertou. A cópia abaixo é permitida pela Maricy, desde que seja dado o crédito. Abre aspas:

“(…) Eclipse Solar 23/10/2014, no Grau Zero de Escorpião. O que significa? Para você que não estudou Astrologia: sempre Eclipse no Grau Zero de qualquer signo é muito forte. Em Escorpião, a entrada de Marte em Zero de Capricórnio dia 26 + Eclipse do dia 23 = HOMEM CHAMADO AÉCIO ELEITO NO DIA 26!

A explicação é apenas para vocês seguidores (dos posts dela, e são milhares) ter absoluta certeza que Astrologia funciona…, e tranquilizar todos vocês nessa  semana (…)” Fecha aspas.

A opinião é sem margem de erro de dois planetas pra mais ou pra menos, pra cima ou pra baixo; pra mim a credibilidade é de 100%.

Acredito também no Data Carlinhos Sensitivo, que foi o primeirão a afirmar que Aécio não só chegaria ao 2º turno, como ganharia a eleição bem apertado e seria o melhor presidente que o Brasil já teve.

Isso quando até seus aliados mandavam recados pelos jornais para que desistisse da candidatura e apoiasse Marina, numa trairagem inacreditável. Aécio enfrentou tudo de peito aberto e cabeça erguida.

Para que não se pense que sou crédulo a ponto da ingenuidade, saiba-se que minhas crendices são científicas: acredito na Área 51, em Roswell, que fica no deserto de Nevada perto de Vegas, onde teria caído um OVNI nos anos 50.

Um tripulante teria sido encontrado morto e seu corpo estaria sendo objeto de estudos secretos até hoje, passando pelo conhecimento de várias  gerações de  M.E.s, Medical Examiners, médicos especialistas em autópsias.

O funcionamento da máquina voadora nunca foi entendido e o material com que é feita (metal? plástico ?) ainda desafia o conhecimento da indústria espacial. Nem a Nasa sabe do que se trata.

Acredito em OVNIs; e tenho certeza de que foram os aliens que construíram as Pirâmides do Egito e fizeram os desenhos gigantescos de Nazca. A mais estranha e provocante série da tv americana, “X Files”, foi produzida por um alien, com o episódio piloto escrito por outro alien e com toda a primeira temporada roteirizada e dirigida por outro alien.

A série teve mais de dez temporadas e só foi suspensa quando a tv e o cinema já tinham sido completamente ocupados pelos aliens, com Elvis Presley, Beatles, Stones, Bob Dylan, Spielberg e George Lucas à frente.

Há suspeitas de que Pelé seja um deles; Michael Jordan e Scott Pippen são. A Bündchen e a Aniston, a “Rachel” da série Friends, com certeza também são. Os dois “M.I.B”, “Men In Black”, são. Os inventores do Velcro, do “Post it” e da caneta Bic também são.

Cito o DataNunes, do jornalista Augusto Nunes, da maior credibilidade, que mostra como trata os fatos e não os arruma com a mão-boba. Abre aspas de novo:

“(…) Para acabar com a lengalenga, e botar ordem no bordel das porcentagens, o DataNunes acaba de divulgar o terceiro boletim sobre o segundo turno.

Como se sabe, é o único instituto que, em vez de pesquisas, faz constatações, com margem de erro abaixo de zero e índice de confiança acima de 100%.

Como o crescimento de Dilma no Nordeste foi neutralizado pelo avanço de Aécio nas demais regiões, os índices não mudaram: com 55%, o senador do PSDB continua 10 pontos percentuais à frente de Dilma, estacionada em 45% (…)”. Fecha aspas de novo.» Clique para continuar lendo e deixe seu comentário

Fonte:
Folha+ Estadão + VEJA

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