Na Veja: Brasil está próximo de sair da recessão, diz FMI

Publicado em 04/10/2016 15:27
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Fundo manteve suas previsões para a economia brasileira em 2016 e 2017, mas afirma que o país está mais perto de uma virada

O Fundo Monetário Internacional (FMI) manteve nesta terça-feira as perspectivas para o desempenho da economia brasileira em 2016. Segundo o novo relatório da instituição com previsões para a economia global, o Brasil deve ter retração de 3,3% neste ano – a mesma previsão feita em julho -, embora tenha acrescentado que o país está próximo de sair da recessão.

Na atualização de seu relatório “Perspectivas Econômicas Globais”, publicado nesta terça-feira na abertura da assembleia anual conjunta com o Banco Mundial, o Fundo disse que o Brasil, junto com a Rússia, “segue encarando condições macroeconômicas difíceis, mas suas perspectivas se fortaleceram em certa maneira” desde abril. O FMI acrescentou que os indicadores são uma nova confirmação de que “as economias do Brasil e Rússia estão perto de sair da recessão”. Para 2017, a previsão é de crescimento do produto interno bruto (PIB) de 0,5%, também a mesma apresentada em julho.

Leia a notícia na íntegra no site da Veja

Na Folha: Receita do FMI para o Brasil se alinha com a política do governo

Retomada da confiança e do investimento, teto de gastos e ajuste fiscal. Essas são as principais recomendações do FMI (Fundo Monetário Internacional) para o Brasil no relatório anual Panorama Econômico Global, lançado nesta terça (4) em Washington, que se alinham com as prioridades anunciadas pelo governo de Michel Temer.

"Há uma necessidade abrangente de impulsionar a confiança e aumentar o investimento por meio do fortalecimento das políticas. A adoção da lei de gastos e o estabelecimento de uma consolidação fiscal coerente de médio prazo enviaria um forte sinal de comprometimento político", diz.

"Outros imperativos para aumentar o investimento incluem a simplificação do regime tributário, a redução de barreiras ao comércio e as carências em infraestrutura para reduzir o custo de fazer negócios".

Leia a notícia na íntegra no site da Folha de S. Paulo

Fonte: Veja + Folha

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