Renovação no Congresso Nacional deve fortalecer representatividade do agro brasileiro

Publicado em 10/10/2018 10:46 e atualizado em 10/10/2018 11:40
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A Sociedade Rural Brasileira (SRB), analisa o impacto das eleições na representação do setor agropecuário no Congresso Nacional. Com alta taxa de renovação e com ascensão de novos partidos, o cenário político no âmbito parlamentar terá nova dinâmica.

Reeleição alcança 45% do núcleo duro da Frente Parlamentar da Agropecuária, e novos eleitos trazem “visão pró-mercado”

As eleições do último domingo foram marcadas por um forte cenário de renovação política, o que representará uma nova dinâmica no Congresso Nacional, na avaliação da Sociedade Rural Brasileira (SRB).

Segundo levantamento realizado pela entidade, a renovação influenciou a composição da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que teve 38% dos deputados reeleitos. O documento da SRB destaca que, no chamado “núcleo duro da FPA”, que reúne os deputados mais ativos em do setor, a reeleição abrangeu 45% das candidaturas.

Apesar da renovação, avalia a SRB, percebe-se um crescimento expressivo de Deputados e Senadores eleitos com uma visão pró-mercado, vindos de partidos que se posicionam no espectro centro-direita e direita, que, inicialmente, “são alinhados com demandas e anseios do setor agropecuário”. Para a entidade, essa tendência deve contribuir com o fortalecimento, além da ampliação da representatividade do agro brasileiro no Congresso Nacional.

Confira na íntegra a análise da entidade com o impacto das eleições na representação do setor agropecuário no Congresso Nacional:

Fonte: SRB

1 comentário

  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

    Qual é a maior "força" em uma sociedade?
    É o monopólio da "força" que nós transferimos, através do voto, aos governantes de plantão.
    Veja que a política foi, é, e continuara sendo o desejo de consumo, daqueles que almejam o "poder". Não é ser o mais forte, inteligente, ou qualquer coisa que valha, mas o "poder da dominação" que o Estado tem sobre seus cidadãos. Quando elegemos nossos representantes, estamos na realidade transferindo-lhes o "poder da dominação" através da máquina Estado.
    Quando optamos por esse método, temos a probabilidade do acerto ou do erro. Quando o erro é caracterizado durante a legislatura, aqui no Brasil, ainda não temos ferramentas eficazes para "tirar" o mau político do cargo, antes do prazo do vencimento. Falta-nos a convicção de que isso é possível, pois em outros países democráticos existe essa "ferramenta", inibindo bastante atitudes erradas dos que foram eleitos.
    Enfim, como tudo necessita de progressos, esse seria relevante para melhorar a qualidade de nossa classe política.
    ...." E VAMOS EM FRENTE" ! ! ! .....

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