Dólar fecha perto de R$ 4,49 e bate 8º recorde consecutivo com incerteza sobre coronavírus

Por José de Castro
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar começou março cravando a oitava máxima recorde nominal consecutiva ante a moeda brasileira, aproximando-se de 4,49 reais, depois de uma tentativa mais cedo de ajuste de baixa frustrada pela constante incerteza sobre os efeitos econômicos do coronavírus em todo o mundo.
Os mercados externos pioraram o sinal no fim da tarde depois de autoridades de saúde dos Estados Unidos revisarem o total de casos confirmados de coronavírus no Estado de Washington para 18. No Brasil, o número de casos suspeitos saltou para 433, de 207 na véspera.
O dólar à vista fechou em alta de 0,13%, a 4,4868 reais na venda, nova máxima histórica nominal para um encerramento.
Foi o nono pregão consecutivo de valorização do dólar, igualando a sequência vista em dezembro de 2005.
Ao longo do dia, a cotação oscilou entre alta de 0,59% (a 4,5076 reais) e queda de 0,21%, a 4,4715 reais.
Na B3, o dólar futuro rondava estabilidade, a 4,4905 reais.
0 comentário
Vieira diz que declarações de Rubio são "inaceitáveis" e "ofensivas" e que EUA exigiram "capitulação" em negociações sobre tarifas
Truth Social venderá aos bancos acesso "mais rápido" às publicações de Trump
Ações europeias avançam após guerra no Oriente Médio amenizar otimismo com balanços
Calor e seca causam escassez de água na Holanda, diz governo
Lula e Flávio trocam acusações em acirramento da disputa eleitoral por tarifas dos EUA
Ibovespa recua com Vale entre pressões e tarifas no radar