Trump diz que governo dos EUA trabalha com outros países por vacina
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que seu governo está trabalhando com outros países em ritmo acelerado para desenvolver uma vacina contra o coronavírus.
Em evento no jardim da Casa Branca, em que muitos funcionários do governo usavam máscaras, mas não o presidente, Trump expressou esperança de que uma vacina estará disponível antes do final do ano, e disse que seu governo mobilizará suas forças para distribuir a vacina, uma vez que for descoberta.
Trump afirmou que seu governo investirá em todos os principais candidatos à vacina contra o coronavírus, e disse que a lista foi reduzida a 14 possibilidades promissoras, com plano para filtrar ainda mais as opções.
O ex-executivo da GlaxoSmithKline Moncef Slaoui, a quem Trump recorreu para ajudar a liderar o esforço pela vacina, manifestou otimismo de que haverá progresso antes do fim do ano.
"Vi recentemente dados iniciais de um ensaio clínico com uma vacina contra o coronavírus. Esses dados me deixaram ainda mais confiante de que poderemos administrar algumas centenas de milhões de doses de vacina até o fim de 2020", disse ele.
Slaoui não mencionou qual vacina, mas uma desenvolvida pela Moderna Therapeutics com a ajuda do Instituto Nacional de Saúde ganhou recentemente aval da Food and Drug Administration (FDA) dos EUA para avançar para a próxima fase de ensaios clínicos.
Especialistas têm alertado que deve levar de 12 a 18 meses ou mais para uma vacina ficar pronta para a população, mas o presidente busca reduzir esse prazo, enquanto minimiza a necessidade de vacina e incentiva o país a reabrir a economia.
Número de mortos por coronavírus na França ultrapassa 27.500
PARIS (Reuters) - As novas mortes por coronavírus na França registradas nesta sexta-feira foram três vezes menores do que 24 horas antes, enquanto os novos casos confirmados da doença Covid-19 continuaram aumentando na mesma taxa de 0,4%, à medida que o país flexibiliza o isolamento.
Em um comunicado, o Ministério da Saúde disse que houve 104 novas mortes em comparação a 351 na quinta-feira, elevando o total para 27.529, ainda o quarto mais alto do mundo, depois de Estados Unidos, Reino Unido e Itália, e pouco à frente da Espanha.
O ministério acrescentou que o número de casos confirmados aumentou em 563, para 141.919.
"A epidemia de Covid-19 ainda está ativa na França, por isso devemos permanecer cautelosos", disse o ministério, mencionando também o caso de um garoto de 9 anos que morreu há uma semana na cidade de Marselha, depois de desenvolver uma síndrome semelhante à doença de Kawasaki e ter tido contato com o coronavírus, embora sem apresentar nenhum de seus sintomas.
Essa nova síndrome inflamatória potencialmente fatal associada à Covid-19 afetou 230 crianças na Europa e matou duas até agora neste ano.
O Ministério da Saúde informou que o número de pessoas hospitalizadas com infecção por Covid-19 diminuiu em 602, para 19.861, na sexta-feira, com um total abaixo de 20.000 pela primeira vez desde 29 de março. O número de pessoas em terapia intensiva caiu em 96, para 2.203.
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