Grupos de comércio dos EUA e da Europa pressionam China para liberação de entrada de trabalhadores estrangeiros

Por Emily Chow
XANGAI (Reuters) - Grupos comerciais dos Estados Unidos e da Europa estão pressionando a China para que permita que trabalhadores estrangeiros voltem ao país depois do fechamento de suas fronteiras no final de março como forma de conter o coronavírus.
Tendo conseguido praticamente impedir a transmissão doméstica do vírus, a China agora vê os casos importados do exterior como a maior ameaça.
Atualmente, a China só relaxou as regras para permitir algumas viagens de negócios da Coreia do Sul e da Alemanha. O país também está em negociações com o Japão sobre a flexibilização dos controles nas fronteiras.
Mas funcionários de muitas nacionalidades empregados por empresas na China ainda estão aguardando permissão para retornar.
O Ministério das Relações Exteriores da China disse em comunicado à Reuters que a China estava disposta a explorar maneiras de retomar os fluxos de profissionais chineses e estrangeiros, desde que as medidas de flexibilização não prejudiquem o controle da pandemia.
O Conselho Empresarial China-Reino Unido disse que o país asiático estava se comunicando com a embaixada britânica para implementar um acordo de entrada "acelerado" para cidadãos do Reino Unido em visitas essenciais e urgentes.
A Câmara de Comércio da União Europeia (UE) forneceu a Pequim uma lista de estrangeiros que buscam retornar à China, de acordo com Jacob Gunter, gerente sênior de política e comunicação da câmara para a China.
REUTERS LB JCG
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