Biden assinará decreto para promover a concorrência na economia dos EUA
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O presidente norte-americano Joe Biden assinará um decreto executivo abrangente nesta sexta-feira para promover mais competição na economia dos Estados Unidos, pedindo às agências que reprimam práticas anticompetitivas em setores que vão da agricultura a medicamentos e trabalho.
Se totalmente implementado, o esforço ajudará a diminuir os custos de internet aos norte-americanos, permitir o reembolso de taxas de bagagem da companhias aéreas para bagagens atrasadas e reduzir alguns preços de medicamentos prescritos, entre outros passos.
A Casa Branca disse que a taxa de criação de novas empresas caiu quase 50% desde os anos 1970, conforme grandes empresas dificultam a entrada de norte-americanos com boas ideias no mercado.
A ação de Biden é um decreto abrangente que vai atrás de monopólios corporativos em uma ampla faixa de setores e inclui 72 iniciativas nas quais o presidente deseja que mais de uma dúzia de agências federais atuem.
As agências antitruste serão orientadas a focar sua fiscalização nos setores de trabalho, saúde, tecnologia e agricultura à medida que tratam de uma longa lista de questões que irritaram os consumidores e, em alguns casos, resultaram em danos econômicos significativos.
O decreto de Biden inclui muitas ideias populares politicamente que, segundo assessores, ajudarão a aumentar os salários e a reduzir os preços para os norte-americanos, mas ainda levarão tempo para serem implementadas e enfrentarão resistência da indústria.
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