Dados e estudo da África do Sul sugerem "história positiva" sobre gravidade da Ômicron, diz cientista
![]()
(Reuters) - Um novo estudo sul-africano, junto com dados sobre hospitalizações e mortes na quarta onda de infecções por Covid-19 no país, sugere que o risco de contrair a forma grave da doença é menor com a variante Ômicron do coronavírus do que com variantes anteriores, disse uma importante cientista nesta quarta-feira.
"Na África do Sul, esta é a epidemiologia: a Ômicron está se comportando de uma forma menos severa", disse a professora Cheryl Cohen, do Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis (NICD), uma das autoras do novo estudo.
"De forma convincente, juntos, nossos dados realmente sugerem uma história positiva de gravidade reduzida da Ômicron em comparação com outras variantes", disse ela durante uma coletiva de imprensa por um grupo de cientistas do instituto.
(Por Estelle Shirbon e Emma Rumney)
0 comentário
Taxas dos DIs caem após arrecadação recorde em janeiro
Arrecadação federal cresce 3,56% e bate recorde para janeiro com apoio de aumento de alíquotas
Ibovespa avança na abertura com Petrobras e bancos; Gerdau recua
Dólar tem alta leve no Brasil em meio à cautela com política tarifária dos EUA
China afirma que decidirá sobre medidas contra tarifas dos EUA no momento oportuno
Dólar oscila perto da estabilidade em meio à cautela com política tarifária dos EUA